NA JUSTIÇA: FC Cascavel se cercou de todas as maneiras

Indignado com a inclusão do oitavo colocado Rio Branco na vaga do quarto colocado J. Malucelli, o que desrespeitou o regulamento da competição, o FC Cascavel se cercou como pôde com medidas para que as regras da competição fossem respeitadas, o que inclui o direito de enfrentar o Cianorte ao invés do Coritiba nas quartas de final.

A ação cascavelense teve início logo no dia seguinte à decisão do STJD, com uma liminar pedindo a paralisação do Estadual. O mesmo fez o Paraná Clube, tentando ambos evitar prejuízos financeiros, além de danos ao campeonato e aos torcedores.

O FCC também propôs ações autônomas e independentes e que correm simultaneamente e paralelamente em diferentes instâncias da Justiça: Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Ministério Público Federal e Justiça Comum (pequenas causas), além de um lobby no Congresso Nacional, encabeçado pelo deputado federal Evandro Roman.

RASGOU O ESTATUTO

Para Roman, que na segunda-feira (10) subiu à tribuna do Congresso Nacional para manifestar, em um pronunciamento contundente, sua indignação a respeito da decisão do STJD, houve um “atropelamento” ao Estatuto do Torcedor: “Situação lamentável e deprimente. Esse absurdo fere o Estatuto do Torcedor no seu Art. 9º, o regulamento do campeonato, no seu Art. 8º, e, principalmente, todos aqueles que acreditaram no regulamento. É uma mancha no nosso campeonato. A quem está servindo essa decisão se nenhum dos autores das ações solicitou essa mudança absurda na tabela e por consequência no chaveamento?” indagou o deputado sobre o fato de a decisão do STJD ter citado o duelo Rio Branco x Londrina na sessão na qual julgavam apenas a possível irregularidade do J. Malucelli no caso Getterson.

Deixe uma resposta