Edição nº 4645 - Quinta-feira, 31 de maio de 2007 Classificados | Assinatura | Impressão
Principal - Giro Político

Regionalização
O PPS de Cascavel fará reunião amanhã, às 19h, na Câmara. O presidente da comissão provisória, vereador Juarez Berté, confirma que o encontro terá caráter regionalizado e abrirá a discussão sobre o pleito municipal do próximo ano. Alguns filiados do partido querem disputar a eleição e buscam informações a respeito.

Cabeça quente
O vereador Mario Seibert (PMDB) usou a Tribuna ontem para explicar sobre o golpe do qual foi vítima e também tentar reverter algumas declarações. Disse que “de cabeça quente”, falou algumas coisas impensadas. O parlamentar confirmou que o salário da esposa, Marilei, ex-funcionária de confiança da Secretaria de Cultura, era usado para pagamento de um empréstimo bancário. Revelou também que já saldou a dívida com o secretário de Obras, Cléverson Thomé.

Confusão
O vereador Jadir de Matos (PTB) quer colocar o Ministério Público para investigar o empréstimo do colega Mário Seibert. A dúvida é se o dinheiro é público ou pessoal. Seibert, na Tribuna, disse que jamais fez uso de dinheiro público e nunca aceitou propina ou “mensalinho”.

“Mensalinho”
Não é a primeira vez que os vereadores são denunciados por receber propina. Mas até hoje nada foi provado, muito menos investigado. O presidente Julio Cesar Leme da Silva (PMDB) disse que isso deprecia a imagem do Legislativo e merece ser apurado. Já o vereador Jadir de Mattos considera que a denúncia precisa de provas consistentes e disse que “existem um ou dois jornalistas useiros nesse tipo de prática, sem nunca apresentar provas e sempre querendo que o circo pegue fogo”.

Particular
O prefeito Lísias Tomé lavou as mãos sobre a polêmica envolvendo o vereador Mário Seibert. Ele disse que desconhece qualquer transação e isso não envolve a administração. O negócio é particular, entre Seibert e Cléverson Thomé. O vereador, no entanto, disse na televisão que o negócio foi endossado pelo atual chefe de Gabinete, Luiz Lima. O circo ainda vai pegar fogo.

Sem nomes I
Ontem pela manhã o prefeito Lísias Tomé deu entrevista no Show da Manhã, na Rádio Colméia, e reafirmou a sua vontade de não disputar a reeleição. O prefeito reclamou muito e afirmou que tem uma quadrilha que não o deixa administrar. Também voltou a dizer que é vítima de achaque da imprensa marrom.

Sem nomes II
Esse discurso do prefeito não é novidade. Foi assim no ano passado, quando sua administração começou a receber críticas mais consistentes. Se existe imprensa marrom e quadrilha pressionando o prefeito, é preciso dar nomes e levar o caso às autoridades competentes. Extorsão é crime.


*** O vereador Otto dos Reis Filho (DEM) prepara moção de cumprimentos para a Polícia Federal de Cascavel. *** A equipe do delegado José Alberto Iegas tem conseguido fazer um bom trabalho, mostrando a sua importância para o Município. *** Responsáveis pela empresa que executa o serviço de informatização da Secretaria de Saúde compareceram ontem à Câmara. *** Não apresentaram novidade com relação àquilo que já foi divulgado. *** A prefeitura comprou os serviços por dois anos e a partir de agora terá que renovar sempre que o contrato vencer, ou volta ao zero.

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