Edição nº 5063 - terça-feira, 22 de julho de 2008 Classificados | Assinatura | Impressão
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INVERNO SOLIDÁRIO

Instituto Alfredo Kaefer entrega donativos ao Provopar

O Instituto Alfredo Kaefer entregou ontem ao Provopar 5.260 peças de roupas, calçados e cobertores arrecadados na campanha Inverno Solidário, que totalizou 6.278 itens. Na solenidade, ontem à tarde na sede do instituto, também foram beneficiadas outras entidades de Cascavel.
Participou do ato de entrega o secretário de Ação Social, Santo Savi. Quem recebeu os produtos do Provopar foi a gerente geral Tereza Alves, representando a presidente do programa, Rosiméri Tomé, que, embora tenha confirmado presença, não foi ao evento.
Tereza anunciou o destino que será dado às milhares de peças recebidas. “Vamos selecionar todas e depois distribuí-las às entidades cadastradas e também por meio do SOS Família, que todos os dias recebe mais de 300 pessoas que necessitam de ajuda”.
O presidente do Instituto, Emílio Martini, classificou o momento como uma prestação de contas à comunidade e agradeceu a todos que colaboraram para o sucesso da campanha.
Lembrou que a iniciativa é uma extensão do que era feito pelos funcionários da Diplomata S.A. e defendeu a importância desse tipo de projeto. “O Instituto, alheio às divergências políticas, demonstra que o que é preciso para a população é a política da solidariedade”, declarou.
O Molivi, representado por sua presidente, Palmira Tereza Duarte, recebeu 300 peças, enquanto o Albergue Noturno ficou com 249 artigos, recebidos por sua presidente, Valdemira Bibiano da Silva. Às famílias que integram o Programa Fortalecendo a Família do Instituto Alfredo Kaefer foram entregues 469 itens.
“Muitos dos jovens que atendemos são de família pobres e necessitam de ajuda. Em nome dos que serão beneficiados por essa campanha, agradecemos ao Instituto e a todos que colaboraram, pois iniciativas como esta sempre são válidas”, acrescentou a assistente administrativa do Molivi, Palmira Duarte.
A campanha iniciou-se em maio e ocorreu em diversas cidades nas quais o grupo Diplomata está presente, com o apoio de pontos de coleta que ficaram à disposição dos doadores. Em Curitiba, mais de 10 mil peças foram arrecadadas.


SAÚDE
Para 10ª Regional, decisão judicial fere princípios do SUS

Estado acata ordem e
Samu regulará os leitos

Devido à liminar deferida pela Justiça de Cascavel, desde ontem o Samu (Sistema de Atendimento Móvel de Urgência) é responsável pela regulação de leitos quando faltarem vagas no SUS (Sistema Único de Saúde) no Município. A medida foi tomada pela 10ª Regional de Saúde para atender à determinação de não mais desautorizar ou pôr obstáculos ao internamento em leitos privados quando o sistema público estiver lotado.
Em coletiva ontem, o chefe da 10ª Regional, Marcos Tomasetto, disse que a determinação judicial fere os princípios da regionalização e universalidade preconizados pelo SUS, pois só Cascavel será beneficiado.
Conforme Tomasetto, a decisão priorizará o atendimento aos pacientes do Samu, e, como só Cascavel dispõe do serviço, os pacientes dos outros municípios serão prejudicados. Para mudar a situação, o Estado já recorreu da decisão.
“Temos os 25 municípios de abrangência e outros da região, mas só Cascavel tem Samu, então os outros não terão a preferência”, afirma.
A ação judicial ingressada pelo Ministério Público deferida pela Justiça proíbe que a direção do órgão desautorize o internamento em hospitais particulares. Assim, os médicos reguladores do Samu passam a ter autonomia para indicar onde os pacientes serão atendidos, quando os hospitais conveniados estejam sem condições para receber.
Até então, o Samu acionava a Central de Leitos quando o sistema estava lotado. Segundo Tomasetto, agora toda a responsabilidade pelos pacientes, quando faltarem vagas no SUS, é do sistema municipal. “A Central de Leitos continuará funcionando e o Samu entrará no hospital particular quando não tiver mais vagas no SUS. Isso nos dará menos responsabilidade. Caso venha a ocorrer uma morte, a responsabilidade será do Samu”, diz Tomasetto.
O chefe da Regional disse que 739 pacientes já foram atendidos em hospitais particulares e as contas foram pagas pelo Estado. De acordo com ele, os hospitais particulares deverão receber os pacientes encaminhados, desde que existam vagas na rede. “Nunca tive problemas para conseguir vagas. Não se pode colocar um paciente onde não existem vagas”.


Serviço aguarda a ordem judicial

Na prática, o funcionamento do novo sistema ainda é uma incógnita. Marcos Tomasetto, chefe da 10ª Regional de Saúde, diz que agora tudo depende do Samu. O médico coordenador do sistema, José Luiz Irigonhe, diz que a decisão judicial ainda não chegou até os médicos reguladores, mas acredita que pouca coisa vai mudar.
“Ainda não sabemos o conteúdo da liminar que está com os advogados do Estado. Mas vamos continuar fazendo a triagem com o Siate [Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma e Emergência] e procurar os leitos. Podemos encaminhar o paciente, mas não temos como pagar as despesas”, diz o médico.
Questionado sobre a facilidade de conseguir vagas após a atribuição dada ao Samu, Irigonhe diz que prefere se manifestar depois que receber a ordem judicial.


SÃO CRISTÓVÃO
Moradores fecham rua e reivindicam lombada

A alta velocidade dos veículos que trafegam pela Rua Antonina no cruzamento com a Rua Londrina, no Bairro São Cristóvão, em Cascavel, motivou um grupo de moradores a tomarem uma atitude na manhã de ontem. Das 10h às 15h eles mantiveram a via fechada com pedaços de madeira, impedindo o tráfego de veículos. A reivindicação é para que a Cettrans (Companhia de Engenharia de Transporte e Tráfego) instale uma lombada no local.
De acordo com o morador Claudinor Rodrigues da Silva, existe uma placa no local que indica a velocidade máxima permitida de 40 km/h, mas que não é respeitada. “Os carros passam em até 100 km/h e isso deixa a via bastante perigosa, principalmente para as crianças”. Nos últimos meses, duas pessoas também foram atropeladas na via.
O presidente interino da Cettrans, Admílson Naitzk, disse que a companhia sabe do problema e da manifestação dos moradores, e a partir de hoje irá ao local para fazer um estudo de implantação de uma lombada.

Fotopersonagem:
“Queremos uma via segura”
Claudinor Rodrigues da Silva, morador


VERANICO
Chuva trará alento ao clima seco e baixa unidade relativa do ar na cidade

Previsão é que estiagem chegue ao fim

Depois de um longo período sem chuvas, a previsão, segundo institutos meteorológicos, é de que hoje e amanhã Cascavel e região recebam a primeira precipitação do mês. O inverno seco e quente, conhecido como veranico, começa ceder à frente fria vinda do Sul que se aproxima do Estado.
Na tarde de ontem a média da umidade relativa do ar na região ficou abaixo de 30%, mínimo recomendado. “A frente fria que está no Rio Grande do Sul causando chuvas chega agora ao Paraná trazendo precipitações para as regiões oeste, centro e sudoeste”, confirmou ontem o meteorologista Lizandro Jacobsen, do Simepar.
Entretanto, o frio rigoroso não deve chegar ainda. Conforme o Simepar, a mínima não deve passar de 8°C quinta-feira, quando o tempo se mantém ensolarado novamente. Um ponto positivo é a diminuição do risco de queimadas, que, segundo as indicativas do Simepar, era de risco extremo.
AGRICULTURA
Para as culturas de inverno precipitações de 20 a 50 milímetros são bem-vindas, segundo o técnico do Deral (Departamento de Economia Rural) José Pértile. “O trigo é uma cultura de clima frio e seco, a estiagem não prejudicou as plantações, mas agora que é o momento da floração em muitas lavouras, uma chuva viria em boa hora”, explicou.
Outro beneficiado serão as pastagens da região, que sofreram danos devido à longa estiagem. “Aveia, azevém e outros pastos se beneficiam dessas precipitações, ajudando o produtor de leite, que se vê obrigado a usar outros recursos para a alimentação animal”, contou Pértile.


CORREIOS
Servidores farão hora extra
para colocar serviço em dia

Depois de 20 dias em greve, os servidores dos Correios de Cascavel voltaram ao trabalho na manhã de ontem. O retorno ocorreu após um acordo firmado entre a estatal e os funcionários, em reunião sábado, em Brasília.
O gerente geral dos Correios em Cascavel, Paulo Kremer, explicou que agora haverá um trabalho intensificado para que todos os objetos sejam entregues aos seus destinatários nesta semana. O fluxo diário é de aproximadamente 60 mil correspondências, mas, segundo Paulo, o problema é com as cargas que estão chegando de outras cidades que estavam em greve.
Ficou acertado que a empresa pagará os 30% de adicional de periculosidade incorporado ao salário-base, retroativo a junho, e que os dias parados pelos grevistas não serão descontados, mas terão que ser compensados posteriormente, por meio de um banco de horas.
Paulo frisou que em Cascavel cerca de 30% dos funcionários aderiram ao movimento, mas que em outras cidades, principalmente nas capitais, a adesão foi maior, o que interrompeu boa parte dos serviços. “Vamos trabalhar no fim de semana e fazer hora extra para entregar tudo em uma semana”, disse.
A estimativa é de que cheguem nos próximos dias no mínimo mais 200 mil objetos que estavam parados em outras cidades, já que em todo o Estado 3 milhões de correspondências estavam paradas.
SINDICATO
De acordo com Cirineu Ribeiro dos Reis, diretor do Sintcom-PR (Sindicato dos Trabalhadores nos Correios do Paraná) em Cascavel, também ficou decidido na reunião que os ajustes no PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) dos servidores serão negociados durante a campanha salarial marcada para agosto e, caso não haja acordo, haverá a intervenção do TST (Tribunal Superior do Trabalho).
Segundo ele, a tendência é de que, com a proposta, todos os sindicatos nacionais, por orientação da Federação dos Trabalhadores nos Correios, decidam por encerrar a greve e retornar ao trabalho, já que a estatal concordou com as reivindicações dos funcionários. As propostas que devem ser negociadas a partir de agosto são: revisão da distribuição da participação nos lucros e as perdas históricas da categoria, de 47,77%, conforme cálculos do Dieese.


Neurolingüística

Começa hoje, às 8h, na Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) Introdução a Programação Neurolinguistica (PNL) com objetivo de fornecer alguns dos instrumentos para uma comunicação mais efetiva. O PNL será realizado no campus de Cascavel, sala 44, e termina amanhã.
A programação neurolingüística é um conjunto de ferramentas e técnicas de comunicação, por meio do qual se levam muito em consideração fatores que determinam a inteligência emocional de um indivíduo, sua sensibilidade, capacidade de percepção, intuição e flexibilidade. A PNL permite que se possa aprender e modificar modelos de comunicação interpessoal e intrapessoal em pouco tempo e de maneira eficaz. Permite, também, o auto-conhecimento, que gera maior inteligência.
Programação


Comicro
O presidente da Comicro (Confederação Nacional das Entidades de Micro e Pequenas Empresas do Comércio e Serviços), José Tarcísio da Silva, estará em Cascavel amanhã para cumprir uma missão associativa que está em andamento em todo o País, com o propósito de formar alianças entre empresários. Isto vai resultar em melhores acordos políticos, leis e incentivos fiscais para a classe.
Uma comitiva de consultores do Sebrae e outros presidentes sindicais acompanham a visita. O grupo chega às 11h no Aeroporto Municipal.
O líder classista dedicará a parte da tarde para conhecer os meios de comunicação de Cascavel, conversar com jornalistas e diretores de emissoras de rádio, televisão, órgãos impressos e web. Mais informações pelo telefone (45) 3036-5636.

SALGADO FILHO
Bueiros entupidos são uma das causas

Moradores lidam com
alagamentos constantes

Os dias de chuva são de muita preocupação para os moradores da Rua Salgado Filho. Como é o ponto mais baixo em alguns trechos, a água da chuva acumula-se no local. Em outros, a falta de cuidados com os bueiros é a causa dos alagamentos.
Segundo Luiz Marca, comerciante, a rua se transforma em um rio quando chove: “A água escorre dos quatro lados e pára aqui. Quando a chuva é mais forte atinge a calçada”.
Já em outro trecho, os bueiros não dão conta da água da chuva. “Nunca desentupiram as bocas-de-lobo daqui. Quando chove a rua vira um riacho”, diz Mirian Dondoni, dona de casa.
A falta de limpeza das ruas pode agravar a situação. “Antes os garis sempre passavam limpando a rua. Depois que esta administração assumiu, nunca mais passaram por aqui”.
Mirian pede também mais segurança: “Sempre tem reclamações de pessoas que moram nas proximidades que tiveram as casa arrombadas. Na minha casa entraram uma vez há alguns anos. Precisa de policiamento nas ruas”.
Ao longo da via, problema para os pedestres. Entre as Ruas Rio Grande do Sul e São Paulo, por exemplo, as raízes das árvores destruíram parte das calçadas. “Infelizmente isso não é um problema só dessa rua. Em toda a cidade as calçadas estão mal-conservadas”, diz Luiz.
De maneira geral, a rua é tranqüila, porque é cortada por várias preferenciais, razão pela qual os motoristas preferem transitar em vias paralelas.
Já com relação à iluminação pública, a principal reclamação é nos trechos onde ainda existem as luminárias rebaixadas, consideradas fracas.


Presidente Bernardes é alternativa
Os motoristas que fogem da Salgado Filho por causa do grande número de paradas que são obrigados a fazer, intensificam o trânsito na Rua Presidente Bernardes, via paralela. “É bem movimentado, principalmente depois das 18h”, conta Linei de Fátima Machado, comerciante.
De acordo com ela, a falta de prudência dos motoristas piora a situação: “Nesta esquina acontecem vários acidente. Andam rápido, não têm paciência de esperar, saem ultrapassando. Para fazer a curva aqui é complicado, porque os outros carros vão invadindo a Presidente Bernardes para atravessar”.
Para Linei, é preciso um controlador de velocidade no local. “Precisa de um semáforo ou, pelo menos, de um redutor de velocidade”.
O asfalto está em boas condições, já a iluminação é insuficiente em alguns trechos. “A iluminação não é suficiente. Fica bem escuro”, Geosi Pilareck, caixa.


Personagem
“Andam rápido, não têm paciência de esperar”
Linei de Fátima Machado, comerciante

“A iluminação não é suficiente”
Geosi Pilareck, caixa


“A Rua Presidente Bernardes é uma via boa, principalmente pela iluminação. Quando tem lâmpadas apagadas a troca demora um pouco, mas é feita pela prefeitura. O nosso problema é com a velocidade dos carros. Para isso, deveria melhorar a sinalização, principalmente reforçando a pintura no chão. Os carros passam tão rápido que é perigoso nossos filhos brincarem na rua. Uma lombada para reduzir a velocidade, principalmente nas proximidades da esquina com a Rua Belo Horizonte seria bom. A pavimentação está boa”
Jaqueline Karasek, secretária

“A situação da Rua Presidente Bernardes melhorou muito depois que reduziu o problema da cracolândia, que ficava no cruzamento com a Rua Pernambuco. Nós, comerciantes, e os moradores sofríamos com esse problema. Temos alguns problemas ainda como a falta de vagas para estacionamento, devido ao grande número de residências próximas. A pavimentação está boa”
Magda Sobczak, proprietária de panificadora

“Resido há 24 anos na Rua Salgado Filho e gosto bastante do local. A rua é bem boa, a vizinhança também, um pouco do nosso problema é com a baixa iluminação, que poderia ser melhorada, e com a velocidade alta dos carros que passam por aqui, até como caminho alternativo de outras vias. A pavimentação está boa e a nossa segurança também não é das piores”
Sueli Rosso, dona de casa

“Moro há apenas um ano na Rua Salgado Filho, mas já gosto bastante do local. A via é bastante tranqüila, e, para ficar melhor, poderia ser intensificada a iluminação, que ainda é um pouco deficitária. Gosto bastante de morar aqui. Fora o probleminha da iluminação, o resto está tudo bom”
Vilson Fabris, autônomo


Presidente Bernardes

Nome Presidente Bernardes
Documento de Aprovação Lei 224
Ano 1963
Comprimento 3.342,47 metros, sendo 128,69 metros não pavimentados
Largura 347,34 metros com nove metros de largura e 2.866,44 metros com 12 metros de largura
Início Rua 1º de maio, no Bairro Neva
Término Rua Lajeado, no Bairro Canadá


ESTABELCIMENTO QUANTIDADE
Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária)
Crea (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia)
IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
Aeac (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Cascavel)
ANA (Associação Nova Aliança)
Salão de beleza 5
Advocacia 4
Panificadora 2
Odontologia 2
Contabilidade 2
Bar 2
Assistência técnica 2
Auto center 1
Consultoria 1
Decorações 1
Móveis infantis 1
Tele-entrega 1
Artigos para festa 1
Disk-pizza 1
Brindes 1
Clínica de Psicologia 1
Informática 1
Cartuchos 1
Som 1
Imobiliária 1
Mudanças 1
Afiação 1
Farmácia 1
Soldas 1
Ar condicionado e aquecedor para automóveis 1
Mecânica 1
Representante de calçados 1
Colchões 1
Restaurante 1
Sinuca 1
Fisioterapia 1
Atelier 1
Chocolates finos 1
Corretor de imóveis 1
Materiais de construção 1
Idiomas 1
Metalúrgica 1

--

Nome Salgado Filho
Documento de Aprovação Lei 90
Ano 1959
Comprimento 5067,91 metros
Largura 1.811,07 metros com sete metros de largura e 3.777,39 metros com 12 metros de largura
Início Rua 1º de maio, no Bairro Neva
Término Rua Lajeado, no Bairro Canadá

ESTABELCIMENTO QUANTIDADE
Cohamic (Cooperativa Habitacional Amigos de Cascavel)
Sepal (Sociedade Espírita Paz, Amor e Luz)
Clínica Vale dos Pinheiros
CRC (Conselho Regional de Contabilidade)
Escola Municipal Nicanor Schumacher
Salão de beleza 3
Igreja 2
Metalúrgica 1
Lanchonete 1
Mototáxi 1
Fábrica de móveis 1
Mecânica 1
Salgados e doces 1
Eletrônica 1
Atelier 1
Peças 1
Refrigeração 1
Tintas 1
Supermercado 1
Estacionamento 1
Restaurante 1
Clínica de psicologia 1
Escola Educação infantil 1
Distribuidora de Medicamentos 1
Jardinagem 1
Persianas 1
Farmácia 1
LAN house 1
Odontologia 1
Cyber café 1
Posto de combustível 1
Gráfica 1
Escola de idioma 1
Corretor de seguros 1
UBS (Unidade Básica de Saúde) 1


HISTÓRIA
Salgado Filho e Presidente Bernardes, além de políticos, foram pioneiros na ajuda do desenvolvimento do País. O mandato de Artur da Silva Bernardes, conhecido como Presidente Bernardes, foi de 1922 a 1926. Ele foi o único a fazer alterações na Constituição de 1891, que imperou em todo o período da República Velha.
Na década de 1930, Joaquim Pedro Salgado Filho foi ministro do Trabalho e deputado federal. Na década seguinte, ministro da Aeronáutica e senador.
Salgado Filho foi um dos criadores do Correio Aéreo Nacional e da Escola da Aeronáutica. A criação resultou na autonomia da Força Aérea Brasileira frente ao Exército, o que impulsionou o desenvolvimento de aeroportos. E o que ele ajudou a desenvolver foi o que tirou sua vida. Salgado Filho morreu em 1950 em um acidente aéreo. Ele viajava em um bimotor Lodestar para encontrar-se com Getúlio Vargas no Rio Grande do Sul. O avião bateu em uma colina da cidade gaúcha São Francisco de Assis.


PERCURSO
As Ruas Salgado Filho e Presidente Bernardes têm um percurso parecido. Além de paralelas, passam por quatro bairros: Neva, Centro, Cancelli e Canadá.
Até 10 de maio de 1963 a Rua Presidente Bernardes tinha o nome de Rua Ademar de Barros. Nesse dia foi publicada a Lei 224/63, que regularizou vários logradouros. Com 33 vias transversais, a Bernardes começa na Rua 1º de Maio e termina na Rua Lajeado.
A Rua Salgado Filho foi regulamentada pela Lei 90, de 1959. A extensão dela também fica entre as Ruas 1º de Maio e Lajeado, mas ela é cortada por 46 ruas.


Agroecologia
Com o lema Cuidando da Terra, Cultivando Biodiversidade, Colhendo Soberania Alimentar, de amanhã até sábado, a Via Campesina realiza a 7ª Jornada de Agroecologia, na Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), campus de Cascavel. A maioria dos integrantes pertence a movimentos sem-terra. O evento começa às 9h. São esperadas cerca de 5 mil pessoas do Paraná, São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e de países vizinhos como Paraguai e Argentina.


FAZENDA MIROCA
Valor mínimo do leilão é de R$ 1,425 milhão com pagamento à vista

Comprador terá que desocupar a área

O Departamento de Compras da Prefeitura de Cascavel realiza quinta-feira, a partir das 14h, o leilão da área de 484 mil m², a antiga Fazenda Miroca, localizada às margens da PR-182 - atrás do posto da Polícia Rodoviária Federal -, desapropriada em 1994 pelo Município. O valor mínimo da venda do imóvel é de R$ 1,425 milhão. Como o local está parcialmente ocupado, será de responsabilidade do comprador tomar as medidas cabíveis para a desocupação, item previsto no edital.
De acordo com o Departamento de Compras, no local reside uma família que já foi procurada pelos funcionários da prefeitura e que está ciente que terá que sair do local, após a venda. Segundo o setor, esse tipo de condição é comum em leilões, principalmente nos realizados pela Caixa Econômica Federal, e que também está especificado no edital disponível a todos os interessados.
Um advogado consultado pela reportagem do Hoje explicou que o processo não é ilegal, já que o comprador tem ciência do risco, disposto em edital. No entanto, segundo ele, seria mais fácil o Município fazer o despejo antes de vender, visto que contra bens públicos não pode ser aplicada a lei de uso capião. “Nesses casos é um processo natural a Justiça dar ganho de causa ao Poder Público”.
No dia 15 de maio foi publicado edital dando preferência da compra para a antiga proprietária, que teve 30 dias para se manifestar, seguindo a legislação. O prazo venceu e a empresa não demonstrou interesse pela área, por isso a área irá a leilão.


Regras
O edital prevê que no processo poderão participar quaisquer pessoas físicas, maiores de idade, ou jurídicas, regularmente constituídas. O pagamento do valor terá que ser feito à vista, em até cinco dias úteis após a data em que tiver sido comunicado pela prefeitura do fechamento do contrato.
Para ser habilitado no processo, o proponente terá que oferecer um cheque caução de R$ 71.250, equivalente a 5% do valor mínimo da área. O cheque ficará sob a guarda da Comissão de Licitação até a divulgação do resultado da licitação, podendo ser retirado em até dez dias após a assinatura da escritura. Vencido o prazo, ele será inutilizado.
O valor do terreno corresponde a 30 mil sacas de soja, correspondente a R$ 47,50, preço médio da saca no período de 16 a 20 de junho, informado pelo Deral (Departamento de Economia Rural) da Seab (Secretaria Estadual e Agricultura e Abastecimento).
O edital e os anexos com os modelos das cartas de propostas poderão ser retirados no endereço eletrônico www.cascavel.pr.gov.br/licitacoes.


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