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MUNICIPAL
Professores fizeram passeata em protesto pela falta de aumento salarial

Educadores reduzirão aulas em uma hora

Em uma nova assembléia com toda a classe, na tarde de ontem na sede da Asservel (Associação dos Servidores de Cascavel), os professores municipais de Cascavel definiram que até o dia 30 de abril vão liberar os alunos uma hora antes em cada período. O ato é de protesto ao impasse na reposição salarial da classe pleiteado em 5% de reajuste geral e 1% na tabela horizontal. A data-base do aumento é dia 1º de maio, mas a administração municipal quer iniciar as negociações após o dia 21 de maio.
Os educadores também decidiram boicotar reuniões e cursos promovidos pela secretaria durante o período e, dia 2 de maio, farão uma nova paralisação seguida de assembléia para definir as novas diretrizes do protesto. Outra decisão tomada foi a elaboração de uma carta de repúdio a administração municipal, que será encaminhada a imprensa.
Ontem, os professores cruzaram os braços. Com faixas, cartazes, jalecos de trabalho e ao som de um apitaço, eles se reuniram às 10h30 em frente a Catedral Nossa Senhora Aparecida e em passeata pela Avenida Brasil foram até o Paço Municipal. Por volta das 15h, eles se dirigiram a Asservel onde foi realizada a assembléia. A paralisação foi definida quinta-feira, em uma primeira reunião com os professores filiados ao Siprovel (Sindicato dos Professores Municipais de Cascavel) para tratar do assunto.
Segundo a presidente do Siprovel, Sueli de Góis, a proposta do aumento foi aprovada pela classe no dia 21 de março e no dia 10 de abril, a comissão esteve reunida com o vice-prefeito e secretário de educação, Vander Piaia, que não apresentou contraproposta. Ontem, novamente a comissão foi recebida, desta vez pelo diretor da Secretaria de Educação, Claudionor Pereira, e pelo chefe de gabinete, Cléverson Thomé, e outra vez não houve contraproposta.

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Poder Público
De acordo com diretor da Secretaria de Educação, Claudionor Pereira, o impasse para o aumento salarial dos servidores estaria na mudança do Fundef (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério) para o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais de Educação). “Nos três primeiros meses do ano recebemos recursos ainda do Fundef, e teremos os números reais do Fundeb a partir do dia 10 de maio, quando vier a primeira parcela”, explicou.
Outro problema apontado pelo diretor é que a folha de pagamento da prefeitura está em 52% do orçamento líquido, acima dos 51,3% determinado pelo Tribunal de Contas do Estado, ou seja, atualmente não pode ser dado aumento algum para os professores ou para o restante dos servidores. Sobre a paralisação, ele disse que não haverá punições, mas que o dia letivo terá de ser reposto pelos educadores.

CENSO 2007
IBGE inicia pesquisa

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) iniciou ontem o Censo Agropecuário 2007 junto com a contagem rápida da população. As seis milhões de propriedades rurais do País receberão a visita dos recenseadores, que têm até 31 de julho para concluírem a pesquisa. O questionário é composto por mais de uma centena de itens, que solicita dados como área da propriedade, quantidade e espécie dos animais e demais aspectos.
Já a contagem populacional envolverá apenas municípios que tenham até 170 mil habitantes. A opção se deve a interferências que o resultado surtirá no repasse do FPM (Fundo de Participação Municipal) que se baseia na quantidade de habitantes. De acordo com a coordenadora da subárea de Cascavel, Maria Neuza Janeiro, da região oeste, apenas Cascavel e Foz do Iguaçu estão exclusas da contagem populacional - ambas possuem aproximadamente 286 mil e 292 mil habitantes, respectivamente.
Na área de abrangência do IBGE de Cascavel, cerca de 40 recenseadores irão a campo para o levantamento dos dados. Nas áreas rurais, 19 pessoas visitarão as propriedades.
Na 10ª realização da pesquisa, o PDA (Personal Digital Assistant) está sendo usado em substituição à documentação utilizada anteriormente, a fim de facilitar o trabalho dos recenseadores e agilizar a divulgação do resultado. Diariamente, após a pesquisa de campo, os funcionários transferem as informações do PDA direto para o Rio de Janeiro, por meio de um posto informatizado. “Os aparelhos são totalmente confiáveis”, explicou Maria Neuza. Segundo ela, a divulgação dos dados e as análises demoravam no mínimo um ano para serem concluídas. Com o PDA, estima-se que até o final de agosto o processo em todo o Brasil já esteja finalizado.

ESPERA
Exigências da Lei Seca diminuem renda de estabelecimentos

Tempo para liberação
prejudica empresários

O tempo necessário para a liberação temporária que permite bares e restaurantes venderem bebidas alcoólicas em horário especial - exigência da Lei Seca – está dificultando a vida de donos de estabelecimentos em Cascavel. A principal reclamação dos proprietários é com a queda drástica na arrecadação, já que muitos deixaram de abrir as portas em certos horários por não poderem vender bebidas ou pela diminuição do número de consumidores. Em alguns casos, as demissões foram inevitáveis.
Entre os empresários insatisfeitos com o tempo levado para a liberação está Mara Lúcia Silveira. Ela conta que há quase um mês pediu o documento, mas até agora não foi atendida. “Fiz todas as mudanças necessárias, mas só consegui uma permissão temporária até domingo passado. Por causa da demora tive de demitir quatro funcionários”.
Quem também reclama da espera é o comerciante Fouad Ahmad Ali, que até pensa em sair da cidade caso o faturamento continue em queda. “Como não podemos vender bebidas alcoólicas, nossos lucros caíram 50%. Depois da meia-noite o movimento está muito menor do que era antes”, disse, lembrando que está com apenas sete dos 15 empregados que tinha.
O empresário Antônio de Freitas Silveira se queixou da inviabilidade de trabalhar altas horas da noite sem vender bebidas alcoólicas. “Como preciso trabalhar, vou direto na prefeitura para conseguir a autorização. Estou de acordo com as exigências para receber a liberação temporária, só preciso do documento”, enfatizou.
EXIGÊNCIAS
A Lei Seca exige que para a venda de bebidas alcoólicas depois da meia-noite em dias da semana e da 1h em fins de semana e vésperas de feriado, os alvarás e licenças emitidos pela prefeitura, Vigilância Sanitária e Corpo de Bombeiros estejam em dia. Também são exigidos aos proprietários isolamento acústico e acesso para deficientes físicos.
A liberação temporária permite que os bares e restaurantes funcionem até o dia 6 de setembro, tempo definido para que se adaptem à todas as exigências.

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Outro lado
O principal motivo para a espera da liberação temporária, segundo o gerente da Divisão de Fiscalização da Secretaria de Finanças, Dinis Florêncio, foi a análise do Departamento Jurídico a respeito das atitudes que deveriam ser tomadas para a emitir a liberação. “Depois da aprovação da lei, a encaminhamos ao Jurídico para que nos emitisse uma interpretação sobre ela, mas o que percebemos com a fiscalização é que muitos desses empresários não cumprem todas as exigências. Alguns não correspondem às dos bombeiros e outros não fizeram acesso para deficientes”.
Dinis acrescentou que boa parte dessas exigências sempre foram solicitadas pelo Município, com exceção das rampas de acesso. “O que mudou agora foi a fiscalização, que está mais rigorosa”, comentou.
Caso a regulamentação não seja cumprida, os proprietários são primeiro advertidos e depois autuados em R$ 2.071, depois em R$ 10.355 e, por fim, têm o estabelecimento fechado.


ASFALTO
Município inabilita duas
empresas para licitação

O processo de licitação para a recuperação de mais de 200 mil m² de asfalto em 12 bairros de Cascavel terminou ontem com duas empresas inabilitadas, informou o diretor do Departamento de Compras do Município, Armando Ricardo de Souza. A decisão ocorreu devido à interpretação de que essas companhias não cumpriam com todas as exigências propostas para executar as obras, com teto estabelecido em R$ 3.462.135,84.
Armando esclareceu que após a publicação do resultado, as firmas inabilitadas têm um prazo de cinco dias para entrar com recurso contra a decisão, que deverá ser analisado pelo Município. Ao todo 14 empresas participam do processo. A primeira reunião para tratar do assunto, no dia 2, teve 29 pedidos de impugnação.
Serão beneficiados com asfalto os Bairros Neva, Universitário, Santo Onofre, Alto Alegre, 14 de Novembro, Presidente, Cancelli, Claudete, Coqueiral, Centro, São Cristóvão e Periollo.

FECOM
Feira supera expectativas

A 14ª Fecom (Feira do Comércio) de Cascavel, realizada de 11 a 15 de abril no Centro de Convenções e Eventos, superou as expectativas de vendas e público. As visitas chegaram a 70 mil pessoas, que não só fizeram suas compras como também participaram dos eventos realizados na feira.
Para o presidente da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) Névio Tesser, o sucesso foi total e tudo saiu como planejado. “Queríamos que além de passear pela feira o público também fizesse suas compras. Com isso os expositores realmente apresentaram preços diferenciados e variedade de produtos”. A estimativa de lucro ultrapassa R$ 1 milhão.


UNIPAR

Letras realiza estágios em colégios de Cascavel
Colaboradora AN
Thaís Hernandes

Os acadêmicos do Curso de Letras da Unipar (Universidade Paranaense) realizam a partir de hoje mais um estágio com alunos de colégios estaduais de Cascavel. Aproximadamente 75 acadêmicos do 4.º ano estarão iniciando as aulas de aprofundamento com cerca de 120 estudantes de quatro colégios da cidade.
Os colégios convidados pelo curso foram: Colégio Estadual Professora Júlia Wanderley, Colégio Estadual Professor Victório Abrozino, Colégio Estadual Castelo Branco e Colégio Estadual Presidente Costa e Silva. Para cada instituição foram ofertadas 30 vagas. As aulas irão acontecer no Campus, e vão até o dia 5 de junho, nas terças e sextas-feiras, das 13h30 às 17h15. As aulas são destinadas aos alunos do 2º e 3º anos do ensino médio.
Os estudantes inscritos participarão das aulas nas áreas de Língua Inglesa, que será tratado o tema Rumo ao vestibular, e Língua Portuguesa, na qual serão abordados dois assuntos: Leitura interpretativa em língua portuguesa e Periodização da Literatura Brasileira. Cada aluno inscrito opta por um dos cursos da Língua Portuguesa.
De acordo com a professora Larissa, orientadora do estágio de Língua Inglesa, com esse trabalho pode-se observar que tanto a comunidade interna da instituição, quanto a externa, será beneficiada. “Além de cumprir com a grade curricular, os acadêmicos têm a oportunidade de elaborar um projeto e assim, ter envolvimento na elaboração, preparação e aplicação das aulas. Já para os alunos do ensino médio, o projeto é recebido com enorme apreciação, pois são convidados a participar de cursos preparatórios para o vestibular numa instituição conceituada e sem custo algum”.
Os acadêmicos do curso realizam estágios nos dois últimos anos da graduação. No 3º, os alunos ministram aulas a estudantes do ensino fundamental, e no 4º, aos alunos do ensino médio. A orientadora do estágio na área de Língua Portuguesa é a professora Noiara Paim Zardo.


As principais reclamações dos moradores do local, que é 90% residencial, dizem respeito à falta de estabelecimentos comerciais, como farmácias e supermercados. Para o comerciante Salvador Alves dos Santos, em algumas ruas falta iluminação pública, o que traz insegurança à população. “Também existem muitos terrenos vazios e a população joga muito lixo nesses locais. O que atrai muitos insetos e bichos”, ressalta.


LAGO
Comunidade utiliza UBS’s de bairros vizinhos

Bairro abriga boa infra-estrutura, mas deixa a desejar na Saúde

A instalação de um posto de saúde na Região do Lago é uma reivindicação dos moradores do bairro. A família do auxiliar de serviços gerais, Manoel Cordeiro da Silva, por exemplo, utiliza a UBS (Unidade Básica de Saúde) do Parque São Paulo mensalmente. Segundo ele, o atendimento é satisfatório, mas a distância e o conseqüente gasto para chegar até ela, são os problemas apontados. “Não temos condições de gastar com combustível ou transporte para chegar ao posto. Além do mais, tenho vários vizinhos com idade avançada que se deslocam até o Parque São Paulo”, exclamou Manoel, que defende a construção de uma unidade de saúde no bairro.
Para a pensionista Tereza Teccio Cardoso, a falta de um posto é reflexo da despreocupação com a região. “Nosso bairro é largado. Não temos posto de saúde e é longe demais ir até o Parque São Paulo. Toda vez que preciso de atendimento, tenho de pegar o ônibus”.
Outra unidade que atende os habitantes da Região do Lago é o posto do Bairro Pacaembu. A estudante Fernanda Claro afirma que a demanda de pacientes no local dificulta o atendimento. “Apesar de ser perto, o posto do Pacaembu seria importante que tivéssemos um para nós. Isso diminuiria as filas para uma consulta”.

personagem saude Tereza Teccio Cardoso (as)
“Nosso bairro é largado”.
Tereza Teccio Cardoso, pensionista

“Não temos condições de gastar para chegar ao Posto”,
Manoel da Silva, auxiliar de serviços gerais

“Seria importante termos uma unidade no bairro”.
Fernanda Claro, estudante


EDUCAÇÃO
A Região do Lago conta com duas instituições públicas de ensino, uma escola municipal e um colégio estadual onde são atendidos cerca de dois mil alunos. O bairro não tem um Centro Municipal de Educação Infantil.
A Escola Municipal Hércoles Boschirolli atende 180 alunos de pré II a 4ª série. De acordo com a diretora, Rosane Maria Gasparin de Souza, todos os anos sobram vagas, principalmente nas séries iniciais. “Na primeira série, por exemplo, se tivessem mais dez alunos poderíamos atender tranqüilamente”, salientou.
Sobre a infra-estrutura a diretora diz que está sendo encaminhado ofício à Secretaria de Educação, para solicitar a cobertura da quadra de esportes, a construção de salas para a coordenação e direção e ainda um espaço para a instalação da biblioteca. “Nossa escola é linda, recebeu reparos gerais há quatro anos e este ano vamos fazer uma nova pintura”, esclareceu.
ESTADO
O Colégio Estadual Wilson Joffre é referência na educação da cidade, e por isso, a lista de espera do colégio é grande, chegando a 80 nomes por série. De acordo com a diretora auxiliar, Luiza Elena Slongo, grande parte dos alunos que aguardam vagas, não residem próximo ao colégio, mas nos bairros mais afastados. No ano passado, o colégio conquistou o primeiro lugar no Enem (Exame Nacional de Ensino Médio) entre as escolas do Município.
Outra referência do colégio é a boa colocação em olimpíadas nacionais de astronomia, matemática e física e o primeiro lugar na Prova Brasil de Português e Matemática em 2006. No local, estudam 1,9 mil alunos nos três turnos, manhã, tarde e noite. A estrutura do colégio é grande, com quadra de esportes e ginásio, mas conforme a diretora são necessários alguns reparos urgentes, além da construção de auditório, refeitório e sala para recursos audiovisuais. “A Fundepar informou que ainda não fomos contemplados porque a escola está em bom estado”, disse Luiza.
No colégio são ofertados cursos de formação de docentes, magistério e aulas de espanhol, italiano e francês. Somente nas aulas de língua estrangeira são atendidas 320 pessoas, do colégio e da comunidade.
A APM (Associação de Pais e Mestres) tem uma participação ativa no colégio, auxiliando com os recursos para a realização de pequenos reparos. “Tivemos este ano cerca de 50% de contribuição dos pais, acreditamos que isso é fruto da transparência nos trabalhos e do bom gerenciamento”, reforçou a diretora. No colégio também são promovidas atividades ligadas às questões ambientais, de oratória, esportes, projeto de inclusão, hora da leitura, teatro e dança. A maioria das atividades funciona das 17h30 às 19h, horário em que normalmente o colégio ficava ocioso.
Em parceria com o Instituto Alfredo Kaefer, são promovidas aulas de capoeira que já atendem 60 alunos em contra-turno escolar.
O Wilson Joffre tem mais de 50 anos e é pioneiro na implantação do sistema de troca de sala pelos alunos.


SEGURANÇA
População elogia
situação de setor

A segurança na Região do Lago é, em geral, elogiada pela população. Na área que compreende os Loteamentos Jardim Itamarati e Jardim Champagnat, os moradores são atendidos pelo serviço particular de vigilância oferecido pela Associação de Moradores do Jardim Maria Luiza. Já a região abaixo do Bairro Pacaembu é atendida por uma viatura do Projeto Povo, serviço prestado pela PM (Polícia Militar).
Há cinco meses no bairro, o comerciante Marcos Vila é um dos contratantes da segurança do Maria Luiza. Apesar de não ter reclamações sobre o setor, Vila lembra que o antigo proprietário foi assaltado várias vezes. “Sentimos insegurança sabendo disso, mas procuramos não bobear”, contou. A dona de casa Cleide Werlang salienta que na rua onde mora também recebe os serviços da vigilância e que nunca ouviu falar de furtos ou arrombamentos.
Com uma casa próxima ao Lago Municipal, o aposentado Léo dos Santos, há 28 anos no bairro, conta que ocorrem arrombamentos na região, mas com pouca freqüência. “Eu mesmo fui furtado umas duas vezes em todo esse tempo morando aqui”, enfatizou. A doméstica Maria Alves de Moura, moradora há 14 anos do Loteamento Jardim Nova York, também não tem do que se queixar. “De noite é tranqüilo e a polícia sempre passa, mas meus vizinhos já tiveram as casas arrombadas”, acrescentou.
Em 2005, a Região do Lago ocupou o 26º lugar em crimes violentos contra a pessoa (13), uma das últimas colocações no mapa da criminalidade organizado pela PM, e o 25º em crimes contra o patrimônio público (76).

FOTOPERSONAGEM:

“Pago a vigilância comunitária do Maria Luiza”
Cleide Werlang, dona de casa

“De uns anos para cá a segurança melhorou aqui”
Léo dos Santos, aposentado

Perfil
A Região do Lago é um dos mais antigos bairros de Cascavel. Situado no leste da cidade, o local abriga famílias de classe média e alta e uma boa infra-estrutura. As ruas estão 90% asfaltadas e 95% delas têm iluminação pública. Alem disso, 100% das residências contam com água encanada e 90% delas com esgoto. O Lago Municipal é utilizado como área de lazer dos moradores, que fazem caminhadas e levam as crianças para brincar nos parquinhos instalados dentro da área verde ao redor do lago.


 

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