ESTRATÉGIA
Canadenses afirmam acordo para instalação de duas empresas
Cascavel pode ser pólo
na produção de vitelos
Cascavel foi a cidade brasileira escolhida para a instalação
de duas empresas canadenses no ramo agroalimentar, a Jafaco e Serval (pertencentes
ao grupo Delimax). O prefeito Lísias Tomé assinou na manhã
de ontem, no auditório da Acic (Associação Comercial
e Industrial de Cascavel), um acordo de cooperação com as
empresas por meio do Projeto Cascavel Tecnópolis, encabeçado
pela Fundetec (Fundação para Desenvolvimento Científico
e Tecnológico).
Elas atuarão no confinamento de bezerros (vitelos do leite); produção
de ração (especializada, com nutrientes diferenciados);
abate de vitelos e transformação (diversificação
de produtos à base dos vitelos do leite). Os cronogramas e prazos
para implantação dessas indústrias na cidade serão
discutidos durante esta semana.
De acordo com um dos sócios do Delimax, René Demers, o grupo
foi criado em 1997 e já está como segundo colocado no ranking
de empresas de maior porte do Canadá. Segundo ele, o objetivo é
propagar o vitelo de leite em Cascavel, provavelmente instituindo como
prato típico da cidade. “Queremos melhorar a qualidade dos
produtos da região e esperamos que a nossa vinda traga um impulso
para a cidade”.
De acordo com o presidente da Fundetec, Mário Bracht, eles utilizam
uma tecnologia que ainda não chegou no país, tratando os
animais com leite, resultando em uma carne mais macia e com menos gordura,
um ramo alternativo para o pequeno produtor. “Atualmente esses animais
são sacrificados ou vendidos para a fabricação de
salsicha. A partir da instalação da empresa, eles poderão
ser uma fonte de lucros diferenciada para os produtores”, explicou.
Segundo Mário, até julho os canadenses assinarão
o contrato de instalação, já que ainda estão
definindo terrenos, e em, no máximo, um ano iniciam as produções.
No primeiro momento o objetivo é de abater cerca de 500 animais
por dia, mas para isso, as empresas terão de contratar mão
de obra qualificada da região e especializar. “Isso fortalecerá
o campo no interior e eles também utilizarão a matéria
prima da região, como a soja e a mandioca, para testar novas rações”,
salientou.
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Indústrias pilotos
Para que os Canadenses comecem a testar os produtos e capacitar os funcionários,
eles abrirão uma empresa piloto dentro do Parque Tecnológico
Agroindustrial do Oeste. Cada empresa terá cerca de mil metros
quadrados e os canadenses pretendem adquirir grande parte dos equipamentos
da própria região, trazendo do Canadá apenas as que
não conseguirem comprar por aqui.
Outro ponto positivo, de acordo com o presidente da Fundetec (Fundação
para Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Mário
Bracht, é que será feito um processo de capacitação
dos pequenos produtores, para que eles estejam aptos a formarem parceria
com as empresas. “Também serão firmados acordos com
as farinheiras, moinhos, todos envolvidos nessa nova cadeia de produção”,
salientou.
Conforme o consultor da Fundetec, François Godbout, depois de consolidadas,
as empresas buscarão negócios em outros estados. Segundo
ele, a implantação delas em Cascavel foi possível
pelo intermédio da fundação e pela riqueza de matéria
prima na região. “Eles irão tropicalizar muitos dos
seus produtos, uma adaptação com a região”,
frisou.
ITAGIBA FORTUNATO
IAP dará esclarecimentos
sobre terreno de colégio
A chefe do escritório regional do IAP (Instituto Ambiental do
Paraná) de Cascavel, Marlise da Cruz, prestará hoje esclarecimento
à comunidade do Bairro Brasília, região norte da
cidade, sobre a viabilidade da construção de uma nova estrutura
para o Colégio Estadual Itagiba Fortunato. O encontro será
na sede da escola, às 19h30, e contará com a presença
da chefe do NRE (Núcleo Regional de Ensino), Marlene Dias, e dos
moradores da região.
O impasse começou no início do ano, quando o governo estadual
desaprovou o terreno cedido pela prefeitura para a edificação,
localizado atrás do PAC (Posto de Atendimento Continuado) II. Dentre
os motivos apontados pelo Estado estão o fato de o terreno possuir
um declive acentuado, ter uma área de fundo de vale e estar próximo
de um posto de saúde.
A previsão era de que, além do colégio, fosse construída
também uma creche na área concedida pelo Município,
de 18 mil m². No entanto, os moradores concordaram que os 2 mil m²
para o ensino infantil fossem concedidos ao colégio. Hoje o Itagiba
Fortunato divide espaço com a Escola Municipal Maximiliano Colombo
e, devido à falta de salas, alguns alunos assistem às aulas
em classes improvisadas no salão comunitário da associação
de moradores.
Segundo Marlise, na tarde de ontem um técnico do instituto foi
ao local para avaliar o terreno. Na semana passada, Marlene Dias afirmou
que uma equipe do Estado havia novamente analisado a área, mas
não divulgou o resultado.
CONTRA A GRIPE
Saúde divulga dados finais
da Campanha de Vacinação
A Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Saúde
de Cascavel, divulgou ontem os dados finais da Campanha de Vacinação
contra a Gripe em Idosos, realizada de 23 de abril a 11 de maio. Durante
este período 17.320 pessoas com idade superior a 60 anos foram
imunizadas, totalizando 95,82% da meta, que era de vacinar 18.080 idosos.
“De acordo com as normas do Ministério da Saúde, os
municípios deveriam imunizar pelo menos 70% da população
e Cascavel ficou acima da média”, comenta a coordenadora
da Vigilância Epidemiológica, Maria Fernanda Ferreira. Segunda
ela, este ano as imunizações superaram 2006, que foi de
95,15%.
“O Ministério encerrou o prazo e as pessoas que não
procuraram a rede pública de saúde para receber a dose da
vacina, terão de esperar a próxima campanha”, finaliza
Maria Fernanda.
JUDICIÁRIO
Servidores param uma hora por dia e pedem contratações
3a Vara funciona com
apenas um funcionário
Criada em abril do ano passado com o objetivo de agilizar os processos
criminais, a 3ª Vara Criminal do Fórum de Cascavel está
lenta como as outras duas. O cartório tem apenas um funcionário.
O atendimento às pessoas e aos advogados que procuram o local fica
comprometido, principalmente quando acumula um grande número de
pessoas na fila.
De acordo com o escrivão Egon Alceu Muller, à tarde tem
dois estagiários no setor, mas um permanece constantemente na sala
de audiências, sendo que apenas um fica auxiliando os trabalhos
do cartório. Além de atender ao público, o escrivão
deve executar o cadastro dos processos, a movimentação e
os despachos.
Conforme ele, existem cinco vagas a serem preenchidas, duas para auxiliares
de cartório e três de auxiliares administrativos. Um concurso
foi realizado ano passado, no qual passaram diversos auxiliares administrativos,
mas que até agora eles não foram chamados. "Mesmo que
eu queira não tem como realizar um bom trabalho. Não é
apenas nessa Vara que tem falta de profissionais, as outras também
sofrem com isso", disse.
Atualmente a 3ª Vara tem 178 processos e de dez novos processos abertos,
seis são encaminhados para a 3ª Vara. "Com a falta de
profissionais conseguimos apenas atender os pedidos mais urgentes, os
outros ficam parados, passando muitas vezes do prazo, mas não temos
o que fazer a não ser reivindicar", reclamou Egon.
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Manifestação continua
A falta de condições dignas de trabalho e de profissionais
é a principal queixa dos servidores do Fórum de Cascavel,
que esta semana cruzam os braços todos os dias por uma hora. Eles
estão fechando os cartórios das varas criminais, da Infância
e Juventude, de Execuções Penais e os Juizados das 8h30
às 9h30. O protesto está sendo organizado pelo Sindijus
(Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Paraná).
Eles também estão preocupados com a quantidade de processos
atrasados, cerca de 21,3 mil, reflexo da falta de profissionais. Para
manifestar a indignação, os funcionários utilizam
uma camiseta com a estampa de uma tartaruga e distribuem cartas à
população descrevendo a situação enfrentada
por eles. No documento consta a defasagem de funcionários nos últimos
quatro anos, calculado em mais de 200 servidores, entre demitidos, aposentados
e falecidos.
Dentre as exigências, pedem a contratação dos 900
funcionários aprovados em concurso, o reajuste salarial de 68%
com base no Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e
Estudos Socioeconômicos) e um plano de carreira. As comarcas de
Foz do Iguaçu, Londrina, Ponta Grossa e Francisco Beltrão
também paralisarão as atividades uma hora por dia.
Sexta-feira servidores de todo o Paraná se reunirão em Curitiba
para decidir as novas diretrizes do protesto, caso o Tribunal de Justiça
do Paraná não se manifeste. Uma greve não está
descartada.
Contra a pirataria
Membros do Núcleo Setorial de Videolocadoras de Cascavel e empresários
estabelecidos em shoppings populares reuniram-se ontem na Acic (Associação
Comercial e Industrial de Cascavel) para debater as conseqûências
do comércio de CDs e DVDs piratas. A intenção foi
dar início a um processo de conscientização sobre
os efeitos sociais e econômicos dessa prática, de acordo
com o coordenador Estanislau Chrusciak.
NOVE ANOS
Obra emergencial já está sendo estudada; total de matrículas
será divulgado sexta
Prefeitura terá que construir duas salas
Teve início esta semana as aulas do Ensino Fundamental de nove
anos em Cascavel e algumas adaptações ainda estão
sendo feitas. De acordo com o diretor de Educação, Claudionor
Pereira, para poder atender todos os alunos, terão que ser construídas
duas novas salas de aula, nas escolas Hermes Vessaro, Bairro Santo Onofre,
e na José Baldo, no Jardim Palmeiras.
Segundo ele, no primeiro caso os alunos estão sendo transferidos
diariamente em um ônibus da própria secretaria para a Escola
Maria Tereza, no Santa Cruz. Já no segundo, sete crianças
aguardam em casa até que abra espaço. “Estamos viabilizando
a construção de duas salas de aula de forma emergencial
para podermos atender a demanda de alunos”, disse.
Para respeitar a lei do ensino de nove anos, tiveram que ser abertas em
toda a rede municipal 121 turmas, das quais apenas sete são novas,
já que as outras eram pré 3. Ele lembrou que os professores
estão se adaptando à nova metodologia, e que novos cursos
estão sendo programados para os educadores.
A secretaria terá sexta-feira o número de novos alunos que
foram matriculados. Dados preliminares apontavam que cerca de 200 crianças
estavam fora da sala de aula e que tinham que ser inseridas pela a lei
do novo ensino.
EXPLORAÇÃO INFANTIL
Foi realizado ontem no Centro de Convenções e Eventos de
Cascavel o 5º Fórum Municipal de Enfrentamento ao Abuso e
Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Entre
os temas tratados, foram abordadas formas de identificar os sintomas da
violência que em 80% dos casos acontece dentro de casa com pessoas
da própria família.
A palestrante, a médica pediatra e mestre em saúde da criança
e adolescente Luci Yara Pfeiffer, falou da importância de capacitar
os profissionais da saúde e da educação para atender
os casos de violência e abuso em crianças e adolescentes.
O fórum faz parte do programa de Enfrentamento ao Abuso e Exploração
Sexual de Crianças e Adolescentes, em parceria com o Ministério
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, e tem como objetivo
incentivar as ações sociais de proteção integral
a criança e adolescente previstos no Estatuto.
Cadeia do Trigo
A FAG (Faculdade Assis Gurgacz) promove hoje e amanhã o 2º
Seminário da Cadeia do Trigo. O evento terá como palestrantes
representantes dos ministérios da Agricultura e do Exterior, além
de professores, engenheiros e demais profissionais de empresas nacionais
e multinacionais. O site www.fag.edu.br/graduacao/agronomia/trigo apresenta
a programação completa do seminário.
As inscrições custam R$ 20 para acadêmicos e professores
e R$ 40 para profissionais e demais interessados. Mais informações
podem ser obtidas pelo telefone 3321-3869, com o professor Tadeu.
CONTRA A DENGUE
Bombeiros de Curitiba foram convocados para atuar na campanha
Cerca de 1,5 mil trabalharão
no combate ao Aedes aegypti
A primeira etapa da Campanha Guerra à Dengue: Entre nessa Luta,
começa amanhã em Cascavel, e envolve a Secretaria de Saúde,
10ª Regional, Corpo de Bombeiros, Exército, universidades,
escolas municipais e estaduais, além de voluntários. Nos
próximos dois dias, 150 pessoas farão um trabalho de divulgação
em todos os bairros, anunciando o mutirão que ocorre sábado
e domingo. No fim de semana, mais de 1,5 mil pessoas trabalharão
no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença.
Em cada uma das dez regiões de Cascavel haverá um posto
da Guerra à Dengue, instalado nas associações de
moradores. Em cada ponto haverá um supervisor do Controle de Endemias
e um oficial do Corpo de Bombeiros, que organizarão as atividades.
Segundo a coordenadora do Controle de Endemias de Cascavel, Cristina Carnaval,
a meta é recolher possíveis criadouros do Aedes aegypti
das 113 mil residências de Cascavel. Para a operação,
20 caminhões - dois para cada região - descarregarão
no aterro sanitário todos os entulhos coletados na operação.
A campanha será desenvolvida em 33 municípios do Paraná.
Na região oeste, o ciclo contemplou Francisco Beltrão, Corbélia,
Nova Santa Rosa, Marechal Cândido Rondon e agora Cascavel.
Quem quiser ser um voluntário na campanha pode ligar nos telefones
(45) 3222-4156, 3902-1343 ou (45) 9912-0406. O controle de endemias fornecerá
uniforme, luvas e haverá intervalo para o almoço.
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Reforços
Para integrar a equipe da Guerra à Dengue, 85 bombeiros de Curitiba
foram convocados para trabalhar na campanha em Cascavel, onde atuarão
no trabalho de campo para a coleta dos entulhos. “Os bombeiros estão
alojados no Seminário São José e integrarão
a equipe, totalizando 100 praças no mutirão”, afirma
o chefe da Defesa Civil, capitão Júlio César de Góes.
O reforço foi enviado para compor a força tarefa, visando
não desfalcar os trabalhos de rotina da corporação
de Cascavel.
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Infestação diminui, mas
continua acima do previsto
O último LIRAa (Levantamento de Índice Rápido do
Aedes aegypti), realizado em abril, em Cascavel, apontou que o percentual
de infestação predial do mosquito é de 1,9%, 3% a
menos que o resultado do primeiro levantamento. Em janeiro, o estudo revelou
uma contaminação de 4,8%. “Estamos quase no nível
preconizado pelo Ministério da Saúde, que é de 1%”.
No 2ª LIRAa, a região com o maior percentual de infestação
é a área central, com 3,7%. “Alguns locais tiveram
infestação predial maior, mas não daremos prioridade
a essas regiões no mutirão. Toda a cidade será atendida
da mesma forma”, destacou a coordenadora do Controle de Endemias,
Cristina Carnaval.
DADOS ATUALIZADOS
De 1º de janeiro até hoje 78 casos autóctones e 19
importados foram registrados em Cascavel. Chega a 324 o total de notificações,
dos quais 181 são negativos e 95 aguardam o resultado dos exames
que confirmarão, ou não, a contaminação.
FEBRE AFTOSA
Última semana para vacinar o rebanho
A primeira etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre
Aftosa está na reta final. O prazo para vacinar o rebanho de bovinos
e de bubalinos encerra dia 20, e quem não o fizer será multado
em R$ 77,97 por cabeça. Além disso, os produtores terão
até o dia 30 para comprovar a vacinação com a nota
fiscal de compra nos escritórios regionais da Seab (Secretaria
de Estado da Agricultura e Abastecimento) ou nos próprios pontos
de venda.
De acordo com o superintendente regional da Defesa Sanitária Animal
da região oeste, da Seab (Secretaria Estadual de Agricultura e
Abastecimento), Jaime Costa, esta semana a procura está intensa
e a campanha está correndo normalmente. “Quem ainda não
vacinou deve fazê-lo até o fim da semana, para que não
haja riscos para a região e para os animais”, apontou.
Jaime reforça que deverão ser vacinados cerca de 10,2 milhões
de animais no Paraná, desses 1,1 milhão apenas na região
oeste - 100 mil em Cascavel. “Todos os animais devem ser vacinados,
pois não haverá alteração do sabor da carne
ou do leite”, explicou.
A segunda dose da vacina deve ser feita durante a segunda etapa da campanha,
que ocorre no mês de novembro.
RAIVA
Outro fator que deve ser observado pelos pecuaristas é a imunização
contra a raiva. Todo o rebanho de bovinos, bubalinos e eqüinos de
Cascavel, Catanduvas, Três Barras, Ibema, Corbélia, Campo
Bonito, Braganey, Nova Aurora e Tupãssi deve ser imunizado, já
que tais cidades apresentam focos da doença. Conforme Jaime, a
durabilidade da vacina é de apenas um ano e deve ser aplicada duas
vezes em um intervalo de 21 dias.
O superintendente lembrou que a vacinação contra a raiva
não tem campanha específica e deve ser feita pelos produtores
nos municípios citados.
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Vendas
De acordo com o proprietário da Agriboi, Dirlei Conceição,
a procura pela vacina está bastante intensa, tanto para a febre
aftosa quanto para a raiva. O preço da dose de aftosa gira em torno
de R$ 1,20 e a da raiva a metade do preço.
Alair Roberto Adam, sócio-proprietário da Agropecuária
Cavalo de Ferro, acredita que grande parte de seus clientes esteja deixando
para adquirir a vacina nos últimos dias. “Mesmo assim acreditamos
que todos irão imunizar porque existe uma consciência sobre
a importância da vacina”.
O pecuarista da comunidade de Linha Scanagatta, Ademir João Zeni,
adquiriu na manhã de ontem as doses, e afirmou que em seguida iria
imunizar o seu rebanho. “Vacino o meus animais sempre dentro do
prazo, porque não quero correr risco ou colocar em risco o rebanho
de toda uma região”, salientou.
Fotopersonagem: Aílton Santos/Jornal Hoje
“A procura está bastante intensa”
Dirlei Conceição, Agriboi
“Estão deixando para a última hora”
Alair Roberto Adam, Agropecuária Cavalo de Ferro
“Eu vou vacinar meu rebanho dentro do prazo”
Ademir João Zeni, pecuarista
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