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JARDIM CANADÁ
Buracos foram abertos durante as obras da PRT-467

Açudes transbordam
e água invade casas

Moradores do Bairro Jardim Canadá, região norte de Cascavel, que moram nas proximidades da PRT-467, reclamam de alguns açudes que foram feitos à beira da rodovia, na Rua 13 de Maio, durante as obras de duplicação. Com a chuva, os açudes transbordam e a água invade as ruas e as casas próximas.
“Muita gente joga lixo dentro desses buracos que é levado pela água para as nossas casas. Também dá para se ver animais mortos. O cheiro é insuportável”, denuncia o aposentado Lionides Cruz.
Lionides conta que fez uma pequena barra de contenção para tentar impedir o avanço da água. “Mas não adiantou muito. É muita água”.
De acordo com os moradores, deveria ser feita uma tubulação, desde os açudes até as manilhas mais próximas ou até algum local que não oferecesse risco de a água invadir as residências.
Lixo doméstico e restos de materiais de construção também são encontrados no local.

Sem solução
O superintendente regional do DER (Departamento de Estradas e Rodagem) de Cascavel, Milton Podolak, explica que os açudes tratam-se de caixas de retenção de água. Com as obras de duplicação da PRT-467 foi verificado que muita água, proveniente da chuva, estava indo para as casas, então foram feitas essas caixas para impedir o transtorno, entretanto, não foram suficientes.
“Fizemos essas caixas fora da nossa faixa de domínio, com a devida autorização do proprietário do terreno, a fim de ajudar os moradores. Mas é de responsabilidade do Município fazer as galerias de águas pluviais”, afirma Podolak.
Conforme o secretário interino da Secretaria de Obras Públicas de Cascavel, Nelson Dagostini, o problema é de responsabilidade exclusiva do DER. “Já cobramos soluções do DER. É de responsabilidade deles”, rebate Nelson.
“Os moradores terão de ter um pouco de paciência, pelo menos até o fim das obras da duplicação. Não adianta fazermos algum serviço e depois termos de fazer de novo. O que couber à prefeitura faremos, mas essa situação é de responsabilidade de DER”, enfatiza Nelson.

UCAM
Associações têm até dia 19 para quitar dívidas

As associações de moradores interessadas em participar da eleição da nova diretoria da Ucam (União Cascavelense das Associações de Moradores), mas que ainda não pagaram as mensalidades atrasadas, terão hoje, quinta e sexta-feira - data em que ocorrerá a eleição da mesa diretiva - para quitar as dívidas, na sede da organização.
De acordo com o presidente da Ucam, Irineu Bebber, são esperadas para o pleito de 50 a 60 representantes de associações, que terão direito a um voto cada. “Como nesta eleição teremos apenas uma chapa, os participantes deverão marcar sim ou não na cédula”, explicou. Antes da votação, porém, será feita a prestação de contas do ano passado.
Concorre à direção da Ucam a chapa Igualdade e Liberdade, encabeçada pelo líder comunitário Fernando Ramos, conhecido como soldado Ramos. O concorrente lembrou que o grupo, formado por membros das associações do Jardim Pinheiros, Centralito, Brasmadeira, Santa Luzia e Espigão Azul, promoveu sexta-feira uma reunião com outras associações para apontar diretrizes à próxima gestão.
“Não conseguimos convidar todas as associações, mas as que estiveram presentes gostaram das propostas e estão dispostas a unir forças conosco. Elas entenderam que sem união não se vai a lugar algum”, ressaltou o candidato.
Dentre as propostas da chapa Igualdade e Liberdade, Ramos destacou a falta de obrigatoriedade das associações em dia com a Ucam pagarem as mensalidades de 2007, a possibilidade dos presidentes de associações receberem salários e a catalogação e regularização das organizações que não possuem CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica).
A eleição será das 15h às 18h, na sede da entidade.

AMPLIAÇÃO
Sistema Fiep investe
mais de R$ 10 milhões

O Sistema Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná) está investindo mais de R$ 10 milhões na ampliação de sua estrutura de atendimento à família industrial em Cascavel, Toledo e Marechal Cândido Rondon. “Os investimentos demonstram sensibilidade da atual diretoria da Federação em relação às reivindicações regionais”, observa o vice-presidente José Luiz Parzianello, destacando a atuação do presidente Rodrigo Rocha Loures, como indutor do processo de descentralização e valorização das unidades regionais.
Oferecendo dezenas de cursos profissionalizantes, apenas a unidade Senai de Cascavel prepara anualmente milhares de jovens para o mercado de trabalho regional. “Os novos investimentos permitirão a ampliação das áreas de formação de mão-de-obra, além de maior conforto aos usuários”, observa Parzianello.
Investimentos significativos também estão sendo realizados na unidade Sesi e Senai de Toledo e Senai de Marechal Cândido Rondon. Em Cascavel o Colégio Sesi ganhará novos espaços. A unidade de ensino incorpora uma nova proposta pedagógica, que visa desenvolver o espírito de empreendedorismo, no qual o aluno passa a gerir a sua aprendizagem por meio das diferentes oficinas de aprendizagem que ele mesmo escolhe.
Ainda em Cascavel um dos maiores investimentos da Fiep na região encontra-se em fase de acabamento. É a Escola de Plásticos, a primeira do gênero no Estado, que ocupará parte do anexo de 2 mil m², em construção. A escola contará com máquinas extrusoras e injetores, laboratórios para análises de plásticos e setor para projetos e desenvolvimento de matrizes e moldes.
A Federação das Indústrias do Estado do Paraná é a maior entidade empresarial do Paraná. Conta com 94 sindicatos filiados que representam 30 mil indústrias que geram 500 mil postos de trabalho.

MEIO-PASSE
Mais de 11 mil estudantes utilizarão o benefício

A Cettrans (Companhia de Engenharia de Transporte e Trânsito) de Cascavel deu início ontem à emissão das carteiras de estudante, que dão direito ao meio-passe. Segundo a companhia, em 2006 foram feitas 11.029 carteiras e a expectativa é de que esse número seja superado este ano.
Para agilizar o atendimento a Cettrans desvinculará os demais benefícios - dos idosos e deficientes físicos - durante os próximos 90 dias. “Os estudantes terão atendimento exclusivo para evitar um alto fluxo de pessoas nos demais setores”, explica o diretor Financeiro da Cettrans, José Carlos Batistão.
Segundo a chefe do Controle de Benefício, Vânia Camargo de Andrade, quanto mais próximo do início das aulas maior é a fila para a confecção do documento. “Nesse período chegamos a atender 300 pessoas por dia”.
Batistão aconselha os estudantes a não deixarem para fazer a carteira na última hora nem irem até a Cettrans sem a documentação exigida.
Para agilizar o atendimento foram disponibilizados nos guichês 6, 7 e 8 no Terminal Rodoviário de Cascavel, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 16h, sem intervalo de almoço. Informações pelo telefone (45) 3036-8088.

Documentos necessários:
São necessários os seguintes documentos para a primeira carteira e para a renovação:
- Cópia dos documentos pessoais: RG, CPF, Certidão de Nascimento, Carteira de Trabalho ou Carteira de Habilitação.
- Cópia de comprovante de residência em nome do estudante ou dos responsáveis.
- Declaração de matrícula do ano letivo de 2007.
Menores de 16 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais. A carteira de meio-passe credencia os estudantes ao direito a dois vales-transporte diários no valor de R$ 1 cada, que vêm nomeados e datados.

SUS
Demais casos irão para o Salete e Santa Catarina

HU atenderá apenas
casos de emergência

Depois de aproximadamente duas horas de discussão na sede da 10ª Regional de Saúde, os gestores da saúde pública de Cascavel chegaram a um consenso que poderá ser o pontapé inicial para minimizar a superlotação de leitos do SUS (Sistema Único de Saúde). A decisão principal é de que o HU (Hospital Universitário) de Cascavel passará a atender apenas os casos de alta complexidade e pacientes de pequena e média serão encaminhados aos hospitais Nossa Senhora da Salete e Santa Catarina.
Outra novidade é que os 18 leitos que foram descredenciados do Hospital São Lucas passarão para o Santa Catarina e, além disso, serão abertos mais 30 no Salete. “Depende apenas de uma questão com o Estado a abertura dos leitos no Salete, mas assim que acertarmos esse detalhe começa o atendimento”, explicou o chefe da 10ª Regional de Saúde, Jorge Luiz Trannin, acrescentando que será revisada a abertura dos leitos de psiquiatria do Santa Catarina e do HU.
Também está sendo estudada a viabilidade de o Hospital Santa Catarina atender as áreas de ortopedia e pediatria, que também está sobrecarregando o HU. “Estamos acertando o fluxo, mas o importante é que o secretário de Saúde de Cascavel [Nadir Willi] reconheceu que os atendimentos nas UBSs [Unidades Básicas de Saúde] deverão ser revisados, e esperamos que isso seja feito, para que em seis meses tenhamos resultado”.

Otimização do sistema

Conforme o diretor clínico do HU, Vilson Dalmina, a medida ajudará a otimizar o sistema e a reorganizar os atendimentos. Outra importante decisão é que os casos mais graves de ortopedia terão uma nova organização. Se o paciente necessitar apenas de atendimento e/ou intervenção, ele será atendido prontamente, mas se for necessário procedimento cirúrgico e não houver vaga, vai esperar a abertura do leito - seguindo cronograma da Central de Leitos - na sua residência. “Hoje esse paciente passa dias aguardando uma vaga no hospital, agora ele vai esperar em casa pela lista de espera até que o leito seja liberado”.
O HU também solicitou que sejam reservados três leitos da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) geral e três da neonatal para emergência. “Se temos um leito da UTI vago outros municípios podem mandar pacientes e enquanto isso pode acontecer um acidente e precisarmos do leito, por isso pedimos essa reserva para garantir a internação das emergências”, acrescentou Dalmina.
O representante do Hospital Santa Catarina, Celso Cardoso, falou que o hospital já está atendendo nos 20 leitos de obstetrícia e tem condições de atender mais 32 clínicos, mas que é necessária a definição da 10ª para que os espaços sejam bem aproveitados. “Podemos abrir para a especialidade com maior fluxo para que os serviços tenham para onde encaminhar pacientes, uma parceria que dará certo”.

REDE BÁSICA
Prefeitura investirá na prevenção este ano

O secretário de Saúde de Cascavel, Nadir Willi, disse que será levantada a viabilidade para a criação de um centro de prevenção à saúde para atender especificamente os hipertensos, diabéticos e asmáticos. “Este ano vamos ampliar a rede de atendimento na área da prevenção e estruturar as unidades de saúde para aliviar os hospitais e os PACs [Postos de Atendimento Continuado] atenderem apenas casos de urgência”.
Segundo ele, para isso serão utilizados os próprios profissionais da rede. Ele explica que a prefeitura está buscando ainda 14 pediatras e nove clínicos gerais para que o quadro fique completo. “Tudo o que eles pediram já estamos fazendo, inclusive a triagem dos pacientes e esperamos que, na medida em que abrir o atendimento no Santa Catarina, desafogue o sistema em geral”.

UNIVERSITÁRIO
Ala de psiquiatria será revista

O chefe da 10ª Regional de Saúde, Jorge Luiz Trannin, frisou que a abertura da ala de psiquiatria do HU será revista, já que a previsão é atender adolescentes e jovens. O diretor administrativo do HU, Sérgio Fabris, disse que as obras de readequação da ala de observação do pronto-socorro do hospital estão em ritmo acelerado. “Esperamos que até o início de fevereiro a obra esteja pronta para que possamos arrumar o local”.
Segundo ele, também está para ser liberada a ampliação de 54 vagas do último concurso público para a convocação de profissionais para atuar nessa nova ala. Além disso, terá que ser aberto um novo concurso público para a admissão de terapeuta ocupacional, psicólogo e psiquiatra. Mas isso depende do aval das Secretarias de Estado da Ciência e Tecnologia e da Saúde. “Eles já acenaram positivamente, só estamos aguardando a definição, pois depende de orçamento”.
A abertura da ala com 17 leitos é uma determinação judicial e deve ocorrer até 15 de fevereiro. Para a readequação do local, serão investidos R$ 37 mil.

NOME - O Jardim Universitário recebeu esse nome devido ao grande número de acadêmicos que vieram morar no bairro para estudar na Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná). “Alunos, professores e funcionários”, conta Ricardo Pedro Teixeira, morador há vários anos do local. Outros moradores atribuem o nome ao fato de Cascavel ser pólo universitário.


FOTOLEGENDA:
Os moradores do Bairro Jardim Universitário consideram boa a infra-estrutura local, mas ressaltam que ainda há muito por melhorar. A doméstica Antoninha Maia da Rosa elogia a questão do transporte, dizendo que os horários são bem distribuídos, mas reclama do grande número de lotes baldios. No centro do bairro existe uma pequena área com uma quadra. Os moradores gostariam que existisse um local para descanso e divertimento. No Terminal de Transbordo Sul (foto) há um local em que seria instalada uma farmácia básica, proposta descartada pouco tempo depois.


UNIVERSITÁRIO
Apesar do Projeto Povo, moradores se dizem insatisfeitos

Segurança é má avaliada

Precária foi a palavra mais usada pelos entrevistados do Bairro Universitário, região sul de Cascavel, para definir a segurança na região. Mesmo em 19º lugar em crimes violentos contra a pessoa (31) e em sexto em crimes contra o patrimônio público (238) em 2005, conforme ranking da PM (Polícia Militar) que escalonou a criminalidade em Cascavel durante o período, o clima de insegurança é latente no bairro.
O comerciante Orlando Vieira Rocha reclama dos baderneiros que incomodam a vizinhança. Segundo o estagiário Celso Antunes, essas pessoas são de outros bairros e vão até o local só para arrumar confusão. “Quase todo fim de semana tem brigas aqui, mas os policiais nunca aparecem quando são chamados”, ressaltou.
Para a moradora Maria Isabel, o maior problema está nos arrombamentos e furtos: “Uma vez levaram um varal meu cheio de roupas. De um vizinho meu levaram a tevê, microondas e outras coisas”.
Há mais de um ano no Bairro Universitário, o açougueiro Malésio Martinhago avalia que a segurança melhorou nos últimos meses, mas a insatisfação continua. “Pelo lugar em que moramos, onde há universitários, um bairro de família, deveríamos ter mais estrutura”, ponderou.
O Universitário possui uma base do Projeto Povo, mantido pela PM, que, além de fazer rondas pelo bairro, atende a outras localidades da região sul de Cascavel sempre que necessário.
A Polícia Militar alega que os casos de demora no atendimento devem-se ao efetivo reduzido e à assistência de problemas mais graves, mas garante que procura atender a todas as chamadas.

PERSONAGEM:

“Aqui há muitos baderneiros que incomodam”
Orlando Rocha, comerciante

“Quase todo fim de semana tem brigas no bairro”
Celso Antunes, estagiário

“Já levaram um varal meu cheio de roupas”
Maria Izabel, moradora

“Deveríamos ter mais estrutura”
Malésio Martinhago, açougueiro

SAÚDE
Cinco médicos atendem na UBS (Unidade Básica de Saúde) do Jardim Universitário: um pediatra, dois ginecologistas e dois clínicos gerais, além de seis dentistas, enfermeiras e assistente social, porém o quadro completo de funcionários não é suficiente para agilizar os atendimentos.
A dona de casa Soléia Maia da Rosa é bem atendida pelos médicos, mas reclama que as atendentes não dão muita atenção. Soléia afirmou que já ficou um mês na fila de espera para fazer uma consulta ginecológica. “Preferia quando o atendimento era pelo método sem agendamento. A fila era grande, mas eu era atendida no mesmo dia”.
Já a auxiliar de costura Eliane Chaves agendou uma consulta com um clínico geral, alegando que estava com problemas cardíacos, mas esperou um ano para obter resposta. “Deveria ter mais especialistas e vagas para atendimento”.
A enfermeira e coordenadora do posto, Carla Scheren Klassmann, considera suficiente a quantidade de médicos e julga a falta de manutenção da estrutura física como a maior deficiência da unidade. Outro problema é a quantidade de pessoas que não comparecem às consultas. Diariamente são disponibilizadas 12 vagas pré-agendadas e a ausência dos pacientes implica num atraso maior.

FOTOPERSONAGEM:
“A demanda exige uma estrutura física maior”
Carla Klassmann, coordenadora da UBS

“Preferia o atendimento sem agendamento”
Soléia Maia da Rosa, dona de casa

ESPORTE
Aos poucos o Bairro Universitário perdeu suas praças esportivas. Primeiro foi um campo de futebol, onde hoje numa parte funciona a Associação de Moradores e na outra está sendo construída uma escola municipal. Depois foi o descaso com o campo na Rua Cardoso.
De acordo com o presidente da associação de moradores, Egiton Garcia, o campo da Rua Cardoso necessita de grama e de melhorias estruturais. “Queremos que a prefeitura ajude com o plantio da grama”, disse, frisando que já foram feitos vários pedidos à Secretaria de Esporte e Lazer.
O morador Edílson Lara de Matos recorda dos bons tempos em que o Jardim Universitário possuía uma das melhores estruturas esportivas de Cascavel: “Isso aqui fervia de gente nos fins de semana para assistir aos torneios que o bairro promovia”.


Perfil
Bairro residencial de classe média, o Universitário tem 100% de água encanada, mas sem rede de esgoto. Aproximadamente 90% das ruas são asfaltadas e praticamente 98% iluminadas. Uma média de 40% das residências não conta com calçadas. Os moradores não têm acesso a um local apropriado para lazer. Cerca de 10% dos terrenos estão baldios. O Rio Cascavel passa pelo local, que conta também com uma pequena área de fundo de vale.

EDUCAÇÃO
Depois de muitos anos de espera, a comunidade do Jardim Universitário ganhará uma nova escola municipal. As obras estão em fase de conclusão e a obra será entregue no começo deste ano. De acordo com a diretora, Mirtes Aparecida Ziliane, além de ter um espaço físico adequado, a escola poderá abrigar um número maior de alunos. “Atendemos atualmente 450, mas com a nova estrutura este número poderá subir para 700, já que temos demanda”.
Com a mudança da escola municipal para o prédio próprio, os alunos do Colégio Estadual Olinda Truffa de Carvalho também terão mais espaço. De acordo com a diretora Ivonete Maria Venson, são atendidos 950 alunos e a mudança será benéfica. “Poderemos abrir turmas de 5ª a 8ª série à tarde e atender o pedido dos pais”.
O Centro Municipal de Educação Infantil Júlio Inácio Uncer atende atualmente 108 crianças de até cinco anos. A fila de espera é grande, em torno de 150 crianças, de acordo com a auxiliar administrativa, Dionísia Filomeno Cândido, a maioria para o berçário.
Uma das novidades é que está sendo planejada a construção de mais três salas para uma parceria com a Unioeste para que os acadêmicos de diversos cursos - Medicina, Pedagogia, Fisioterapia, entre outros - possam estagiar no local.
O bairro conta também com a Sociedade Beneficente São José, mantenedora da Creche São José, que presta atendimento a crianças de até seis anos.

 

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