PREJUIZOS
Estudos estão sendo realizados para novos financiamentos
Paraná se prepara para
ajudar os agricultores
O tempo não está ajudando os agricultores, não só do oeste paranaense, mas de todo o Estado. Aliados às intempéries climáticas, os produtores sofrem com os efeitos da crise, que restringiu o crédito. O governo do Paraná realiza estudos para ajudar o homem do campo, principalmente os que optaram pelo cultivo do feijão. As fortes chuvas constantes e os temporais que atingiram o Estado no último mês podem comprometer mais de 50% da colheita.
O Deral (Departamento de Economia Rural) estimava aumento na produção de 27%. Estão plantados 352 mil hectares da leguminosa e a expectativa era de colher de 1,61 a 1,77 tonelada por hectare, o que renderia aproximadamente 624 mil toneladas na colheita. Mas com as perdas o cenário mudou.
O secretário da Agricultura, Walter Bianchini, em visita à 29ª Expovel na tarde de ontem, e manifestou a preocupação das autoridades. “Ainda não temos os números do que foi atingido, mas já sabemos que teremos prejuízos e isso nos preocupa. Na próxima semana estaremos com os números em mãos e iremos nos articular para que o produtor não seja prejudicado”.
Apesar de todos os problemas enfrentados, os produtores estão otimistas. Bianchini afirma que a colheita deverá ser maior que a do ano passado. “Queremos que a produção seja, mesmo com os problemas enfrentados, maior que no ano passado, isso porque a plantação foi bastante superior”.
Os demais grãos também preocupam o governo. O milho, por exemplo, está plantado em 1,29 milhão de hectares, a expectativa de produção é de 8,3 milhões a 9,2 milhões de toneladas na primeira safra. No entanto, teve uma redução na área plantada devido aos altos custos e baixos preços.
Segundo o secretário, os financiamentos para os agricultores também serão aumentados. “Já tivemos várias reuniões durante a semana, estamos fazendo estudos para também ajudar nos financiamentos. Esta semana já aumentamos alguns prazos, que ainda poderão ser aumentos mais, caso haja necessidade”.
AVICULTURA
Especialistas recomendam reduzir a produção
O Paraná responde por 23% da produção nacional de carne de aves. O Estado está em primeiro lugar na produção avícola do Brasil. São abatidos 485 milhões de frangos ao mês no País. Mas mesmo com o constante período de ascensão, o setor está atento à crise que abala a economia mundial.
Apesar das expectativas de crescimento, o presidente da Avios (Associação Regional dos Avicultores do Oeste e Sudoeste do Paraná), Ari da Silva Chagas, acredita que as empresas terão que tomar alguma providência. Por enquanto, os produtores não sabem qual será a melhor atitude a ser tomada. “Sabemos que o setor será atingido. Mas vamos esperar para ver o que acontece”, diz Ari.
Para manter o rendimento e evitar uma recessão econômica, será preciso reduzir 15% a produção. Nos primeiros três meses do ano, a produção precisará cair para 420 milhões. É quando os brasileiros consomem menos carne de aves, a exemplo de outros países importadores. Ao contrário dos últimos dois meses do ano, quando os consumidores compram mais carne, para festividades.
“Isso evita o desemprego em massa. Conseguimos organizar o setor nesse chamado vazio sanitário. Os produtores devem reduzir as criações para continuar recebendo, mesmo em épocas difíceis. Ganha menos, mas não deixa de receber”, argumenta Antônio Guilherme Machado de Castro, diretor do Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola, que esteve em Cascavel para visitar cooperativas e associações do setor esta semana.
CRÉDITO
Recursos começam a ser liberados
Melhores linhas de crédito começam a ser disponibilizadas às cooperativas. Porém, nem sempre os recursos chegam até as mãos dos pequenos produtores. Fator que ocasiona em dificuldades para quem depende do rendimento no campo para sobreviver. “A liberação de crédito está complexa. As exigências são grandes e o setor precisa de uma maior agilidade. Mas já tivemos avanços, como crédito de R$ 20 milhões e isenção de 9,5% de impostos”, diz Ariel Antônio Mendes, presidente da UBA.
A redução do alojamento de aves, recomendada pelos especialistas, também prevê queda na vida útil das matrizes, de 68 para 64 semanas.
Após a gripe aviária, que afetou o setor no mundo, o Brasil demonstra competência técnica. O trabalho em fronteiras é constante para evitar a entrada de aves clandestinas. A vigilância também é grande nos aeroportos. “Nosso país é eficiente e se mantém entre os maiores exportadores. Estamos livres e sempre preparados para evitar qualquer tipo de risco, que, apesar dos cuidados, existe. Nesse sentido, estamos à frente”, diz Antônio Guilherme Machado de Castro, diretor do Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola.
O sistema cooperativista adotado no Paraná rende elogios dos especialistas. “Comprovamos a real importância das cooperativas. O oeste do Paraná reforça avicultura. Cooperação é importante para produção e redução de impostos”, complementa o presidente da UBA.
Solidez
A crise mundial é muito mais séria daquela que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e membros da equipe do governo prognosticam. Muito mais que uma marola, ela é uma tsunami, disse o diretor-presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, durante palestra quinta-feira à noite no Espaço Empresarial Geny Lago, durante a Expovel.
O Brasil, além de Henrique Meirelles na presidência do Banco Central, tem outro trunfo para enfrentar esse momento difícil: um agronegócio alicerçado em fundamentos sólidos, criativos e tecnologicamente dos mais sofisticados, segundo Dilvo.
A chave para enfrentar a turbulência é encontrar o equilíbrio e buscar novas alternativas nos mercado interno e externo. “O amanhã está acontecendo hoje, dando um recado aos empresários e produtores de gerir com rigor, mas com foco no futuro e na crescente necessidade de consumo do mundo”. A produção mundial de alimentos é de 2,6 bilhões de toneladas para uma população de 6,7 bilhões de pessoas. As projeções indicam que a produção chegará a 3,4 bilhões de toneladas em 2005 e que deverá avançar muito para atender a estimativa de nove bilhões de humanos em 2050.
CASO FACELPA
Valor do precatório já chega a R$ 18 milhões com os juros
Tribunal nega recurso e
mantém dívida milionária
O TJ-PR (Tribunal de Justiça do Paraná) negou recurso do Município de Cascavel no qual tentava provar que já havia pago um precatório da Facelpa (Fábrica de Celulose e Papel) há mais de dez anos. A dívida está avaliada em R$ 18 milhões com os juros, sendo 50% para a Facelpa e 50% para o advogado da empresa, Davi Deustcher.
O procurador Jurídico do Município, Antonio Linares Filho, disse que esta foi a segunda tentativa de eliminar a divida. Ele explica que há cerca de dez anos, no fim do primeiro mandato do ex-prefeito Salazar Barreiros, foi depositado um valor à Facelpa no último dia do ano.
Devido ao processo inflacionário da época, quando a empresa foi receber o valor pago estava defasado. “Foi movida uma ação alegando o pagamento da dívida. Mas o argumento foi negado. Recorremos ao Tribunal [de Justiça] dizendo que já havíamos pago a dívida e agora saiu o acórdão”.
A razão do desembargador, segundo Linares, é de que o argumento apresentado pela prefeitura deveria ter sido feito no processo principal e não agora.
Linares afirma que o precatório continuará tramitando, pois a prefeitura não tem dinheiro para pagar os R$ 18 milhões cobrados.
O advogado da Facelpa, Davi Deustcher, foi procurado pela reportagem do Hoje, mas estava em viagem e não atendeu as ligações.
A empresa Facelpa já entrou com uma ação de seqüestro de verba para receber o precatório.
DIABETES
Moradores fazem testes no Calçadão
Exames de glicemia, visão e aferição da pressão ficaram disponíveis na manhã de ontem no Calçadão da Avenida Brasil, no Centro de Cascavel. Moradores aproveitaram o Dia Mundial do Diabetes para averiguar o estado da saúde. Voluntários prestaram atendimento gratuito à população. A proposta dos organizadores, as Farmácias Estrela, foi proporcionar exames preventivos para quem estivesse passando pelo local.
Mais de 500 testes foram realizados. “Com a detecção precoce dos casos, várias doenças podem ser evitadas. São problemas na visão, insuficiência renal e outras dificuldades que podem levar a morte”, diz a nutricionista Cristiane Ribeiro.
Pela primeira vez os organizadores oferecem os exames. A proposta é dar continuidade ao trabalho e alertar quanto os riscos de quem não equilibra adequadamente os nutrientes do sangue pela alimentação. “Nosso foco são os jovens. Constatamos que eles não se preocupam com a doença que vem afetando a fase produtiva da vida. Muitos se alimentam mal, são obesos e sedentários, devido à falta da prática de exercícios físicos”, ressalta a nutricionista.
A dona de casa Rosa Siqueira faz com freqüência o exame de glicemia. Ao passar pela barraca, aproveitou para verificar a quantidade de açúcares do sangue. “Tenho pressão alta. O acompanhamento é fundamental para que eu mantenha uma qualidade de vida. Tenho histórico da doença na família”.
A caminhada é o instrumento usado por Rosangela Meurer, dona de casa, para controlar o diabetes. “Agora parei, mas preciso retomar o exercício. Sempre acompanho como está o nível de açúcar”.
REFORMA
Sete empresas disputam obra no Fórum
Ontem a Comissão de Abertura de Propostas, Habilitação Preliminar e Julgamento de Licitações nas Modalidades de Convite, Tomada de Preços e Concorrência do TJ-PR (Tribunal de Justiça do Estado do Paraná) recebeu os envelopes com propostas de sete empresas do setor de construção interessadas no processo de licitação para terminar as obras na parte interna do Fórum de Cascavel.
O valor máximo pago pela obra será de R$ 1.395.882,07. A empresa ganhadora terá 180 dias para terminar o trabalho que ficou parado por aproximadamente um ano e sete meses. A reunião durou mais de quatro horas sem interrupções. Ainda não foi definida a empresa responsável pelas obras. Primeiro foram selecionadas as três menores propostas comerciais. Uma nova reunião será agendada a fim de avaliar se as escolhidas estavam com os documentos corretos.
A escolha da empresa não é tão simples quanto parece. Caso alguma empreiteira não fique satisfeita será possível entrar com recursos, impedindo a realização da obra. A comissão terá que analisar todos os casos levantados pelos concorrentes. A impugnação poderá ser protocolada em até cinco dias no Centro de Protocolo Judiciário Estadual e Arquivo Geral do Tribunal de Justiça. Ela é presidida por Álvaro Sérgio Rincoski Faria. O presidente do TJ-PR, Vidal Coelho, é quem decidirá o resultado da licitação.
SEM SAÍDA
Construção civil: só inovação
pode zerar déficit de moradias
A adoção de novas tecnologias e novos processos produtivos é condição indispensável para que a indústria da construção civil consiga atender a contento, a demanda estimada em 23 milhões de unidades habitacionais nos próximos 15 anos.
O alerta é do diretor de competitividade do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Marcos Otávio Bezerra Prates, durante palestra de abertura da Etapa Paraná do Enic (Encontro Nacional de Inovação para a Construção Civil), na manhã de ontem, no Hotel Bourbon Cataratas.
O evento foi coordenado pelo Sebrae, com apoio dos Sinduscons no Estado, Sistema Fiep-Senai, Acifi de entidades apoiadores dos projetos de desenvolvimento da construção, entre eles, o projeto obra nota 10.
GOVERNO
Além de convocar os empresários e profissionais da cadeia da construção civil a investir em novas tecnologias e novos processos que resultem em melhorias na qualidade e produtividade, Marcos Prates anunciou que o governo federal deve lançar, até o ano que vem, importantes instrumentos visando à normatização do setor e ao incentivo à produção em escala, de unidades habitacionais.
Uma das ferramentas visa a criação de regras de coordenação modular. Por meio de normativas, o governo vai estabelecer padrões e medidas que racionalizem a utilização de insumos, reduzindo desperdícios. “Não é possível admitir que os tubos de PVC, por exemplo, sejam vendidos sempre em barras de seis metros só porque esta é a medida das carrocerias dos caminhões que os transportem”, observou, lembrando que outro exemplo da ausência de regras é a disparidade de tamanhos de portas.
Também até o fim do próximo ano o governo deverá encaminhar ao Congresso projeto de lei instituindo um marco regulatório para unificação dos códigos de obras nos municípios brasileiros. “As diferenças e discrepâncias entre uns e outros municípios serão reduzidas, beneficiando a atuação das construtoras”.
INCREMENTO
Considerando o setor informal, recursos devem dobrar mês que vem
13º injetará R$ 77 mi em Cascavel
A economia de Cascavel deve receber um aporte de R$ 77,169 milhões entre este mês e dezembro devido ao 13º salário. Os números são do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e referem-se apenas aos 75.230 trabalhadores com carteira assinada. Se considerado o setor informal, esses recursos devem dobrar.
O valor em Cascavel é o quinto no Estado. O estudo revela um salário médio de R$ 1.025,78, bem abaixo dos quatro primeiros colocados. Curitiba lidera, com R$ 1,353 bilhão, referente a 772.650 empregados formais. Em seguida vêm Londrina (R$ 168 milhões), Maringá (R$ 134,335 milhões), e São José dos Pinhais (R$ 118 milhões).
Dentre as principais cidades pesquisadas pelo Dieese, que usou dados da Rais e do Caged para chegar a esses valores, Araucária tem o maior salário médio, de R$ 1.810,63. Curitiba vem na seqüência, com R$ 1.751,38. Os números referem-se apenas a valores oficiais informados ao Ministério do Trabalho.
As empresas devem pagar o 13º salário até o dia 20 de dezembro, sob pena de multa. Muitas optam por pagar o benefício em duas parcelas, em novembro e dezembro.
DENGUE
Estado pede que trabalho preventivo não pare
Uma webconferência com o secretário de Estado da Saúde, Gilberto Martin, sobre a dengue reuniu representantes dos órgãos de saúde municipais e dos prefeitos eleitos de todo o Estado. As 22 Regionais de Saúde do Estado foram alertadas para evitar uma desmobilização no combate à doença.
O período de maior incidência da dengue coincide com a transição dos governos municipais. A reunião serviu para pedir para que os novos governantes prossigam com o trabalho preventivo que vem sendo realizado. “Alguns prefeitos mudaram e precisamos que eles não parem o trabalho. Queremos um compromisso para que a mobilização continue”, explica Marcos Tomasetto, diretor da 10ª Regional de Saúde.
Em alguns municípios, os contratos com trabalhadores de saúde ainda são por meio de Oscips (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público), o que causa uma incerteza sobre a manutenção desse trabalho. Este ano o Paraná apresentou bons resultados com relação à doença. Na área de abrangência da 10ª Regional de Saúde o número de casos confirmados reduziu quase 63%. Em 2007 foram 87 casos da doença, este ano foram 32 registros.
No entanto, a tranqüilidade não pode dar espaço à comodidade. O medo é de que a população relaxe nos cuidados devido ao não aparecimento de novos casos da doença nos últimos meses. “Existe uma preocupação com a dengue hemorrágica. Quando temos um período de silêncio, pode voltar com mais força se não mantivermos o trabalho”, alerta Tomasetto.
Também participaram da webconferência representantes da Secretaria de Estado da Educação, da Defesa Civil e outros órgãos que colaboram com o trabalho de combate a doença.
FÓRUM
Servidores protestam com distribuição de melancia
Um protesto diferente foi realizado na manhã de ontem pelos servidores do Fórum de Cascavel. Devido ao recebimento dos 11,58% da URV (Unidade Real de Valor) referente apenas a outubro, os funcionários distribuíram fatias de melancia para quem passou pelo Fórum. “Isso representa que recebemos apenas uma fatia do que temos direito”, disse Itacir Antonio dos Santos, coordenador regional, do Sindijus-PR (Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado do Paraná). A manifestação foi realizada em todos os Fóruns do Paraná.
O primeiro percentual foi repassado, depois de muito protesto, em outubro. Mas a categoria quer receber o valor retroativo a 1994. “Queremos receber o URV de 1994 até este ano”.
Os demais servidores, como juízes e promotores, receberam o percentual, mas os oficiais de Justiça e profissionais de cartório não receberam.
Refinanciamento
A Secretaria de Finanças de Cascavel informa que o prazo para o contribuinte aderir ao Refic (Programa Cidadão de Recuperação de Créditos Fiscais) vai até 28 de novembro de 2008. Com o Refic, o contribuinte tem o direito de pagar os tributos anteriores a 2007 com descontos nos juros e multas para pagamentos à vista ou parcelado. O prazo para aderir ao Programa encerra no dia 28 deste mês.
Quem pagar a vista, em cota única, terá 90% de desconto sobre juros e multa devidos até a data do pagamento; em parcelamento até 12 vezes, o desconto é de 75%; parcelas entre 13 e 24 vezes há desconto de metade dos juros e multas; para pagar em 25 a 36 vezes, o desconto cai para 30%. Há ainda possibilidade de parcelar toda a dívida em até 48 vezes.
FEIRA
Diversas atrações devem atrair o público neste fim de semana
Expovel recebe Rainha do Axé
Daniela Mercury trará a beleza e as cores do seu show Balé Mulato para a 29ª Expovel hoje. Daniela, que está em estúdio produzindo seu próximo álbum, cantará para os visitantes da feira, além de seus grandes sucessos, sua nova música de trabalho, Sol do Sul. O reggae que promete agitar o verão brasileiro.
Daniela foi eleita pela revista “Rolling Stones Brasil” mês passado uma das 100 maiores artistas da música brasileira de todos os tempos. Daniela Mercury consagrou-se no Brasil e no mundo com turnês internacionais, ganhando prêmios como o Grammy Latino, além de ser comparada diversas vezes com personalidades como Carmen Miranda e Madonna.
Além do grande show da noite, a feira terá diversas atrações hoje, como o Circuito Costa Oeste de Hipismo Rural, no qual se espera mais de 500 inscrições.
O presidente do Circuito, Rogério Diniz Siqueira, comenta sobre algumas atrações para o público: “Iniciaremos os trabalhos na primeira hora da tarde e com certeza teremos um grande show. Já estamos com 120 animais esperando para as competições de baliza, tambores entre outras”.
Ontem o secretário de Agricultura do Paraná, Walter Bianchini, visitou a exposição e entregou simbolicamente as chaves de mais dois tratores do programa Trator Solidário, realizado em parceria com uma indústria de maquinário agrícola e uma instituição bancária, que financiam os tratores com valor 30% menor do que os preços de mercado. Já foram entregues mais de 2 mil tratores em todo o Estado, sendo 180 deles em pequenas propriedades da região oeste.
Agenda de hoje:
9h - Julgamento da Raça Tabapuã
Local: Recinto de Leilões
13h - 3ª Etapa do 10º Circuito Costa Oeste de Cavalo de Trabalho
Local: Arena
20h - 9º Leilão Angus
Local: Recinto de Leilões
22h - Show com Daniela Mercury
Local: Arena
Cascavel x Alagoas
Uma comitiva do Estado de Alagoas visitou ontem a Fundetec (Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico) em Cascavel para conhecer as estruturas do espaço e implantar um parque tecnológico no Estado. O secretário de Estado de Agricultura e Desenvolvimento Agrário, Jorge da Silva Dantas, afirmou já ter o recurso liberado para a implantação em Alagoas e que esteve em Cascavel para verificar a funcionalidade dos trabalhos na cidade.
“Estávamos curiosos para saber como realmente funciona e é bem isso que precisamos no nosso estado. Já temos cerca de R$ 10 milhões em recursos liberados para a construção e a partir do ano que vem já queremos trabalhar, apenas teremos que fazer alguns ajustes como, por exemplo, nos produtos por que lá o nosso forte é a mandioca”.
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