Inter proibido de usar título mundial - Fifa
Quem passa pelo Beira-Rio, por qualquer um dos lados, nota a diferença.
Nos luminosos em que o Inter destacava o seu título mundial - Campeão
do Mundo - Fifa -, a palavra Fifa foi retirada, segundo a direção
do Inter, para que seja colocada uma alusão à tríplice
coroa, título ganho este ano na disputa com o Pachuca, campeão
da Copa Sul-Americana. A verdade, entretanto, é que a Federação
de Futebol Associativo, no artigo 18 do regulamento do mundial, no qual
trata de direitos comerciais, proíbe clubes e atletas de usar o
nome Fifa. O Inter, inclusive, tentou colocar isso em sua camiseta, não
foi autorizado e acabou, agora, proibido de usar até a faixa luminosa
em seu estádio.
Tcheco, três denúncias.
Mano, relatório leve
O meio-campista Tcheco foi indiciado em mais um processo na Justiça
Desportiva, tendo agora três julgamentos para enfrentar, um deles
grave, porque o Atlético-PR, em função da lesão
de Alex Mineiro, quer a condenação do jogador do Grêmio
e o ressarcimento do que gastou com hospitalização e cirurgia
de seu atacante. Vai se complicar o gremista.
Já o técnico Mano Menezes, que vai para seu terceiro julgamento
em menos de um mês, de repente pode ser absolvido. O árbitro
Luiz Antonio Silva Santos, ao citar sua expulsão no relatório
do jogo Grêmio e Corinthians, disse apenas que foi ofendido por
Mano que, da beira do campo, diante da marcação de uma falta,
gritava “É vergonhoso, seu juiz”. Vergoso o quê?
Até o procurador do STJD, o paranaense Paulo Schmidt, admite que
Mano é um sujeito calmo e que talvez deva ser interrogado antes
do julgamento. Assim, Mano pode escapar, mesmo que isso predisponha os
árbitros a outra expulsões.
Pato treina em Canoas
O atacante Pato está no Sul, passando os últimos dias de
suas férias como jogador do futebol europeu. Está treinando
no ginásio esportivo da Ulbra, usando os aparelhos da universidade
e a orientação de um de seus preparadores físicos.
A única coisa que ninguém consegue é uma entrevista
com Pato, que alega estar proibido por seu procurador Gilmar Veloz. Hoje,
entretanto, é possível que ele dê uma entrevista coletiva,
explicando pelo menos por que não treina no seu ex-clube.
O azar de Harrisson
O meio-campista Harrisson, que estreou no Goiás domingo contra
o Inter, começou sua carreira nos infantis do São Paulo
e tem uma história curiosa com o seu ex-companheiro Kaká,
hoje destaque mundial. Quando os dois jogavam juntos no time Sub-20 do
São Paulo, Harrisson foi convocado para uma seleção
brasileira. Seu técnico, para não perdê-lo para uma
decisão (porque era o melhor jogador do time), indicou seu reserva
Kaká, que foi levado para a Seleção Brasileira. Assim
começou a história de Kaká, hoje no Milan. Enquanto
isso, Harrisson joga em times médios como o Goiás.
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