| ALCOOLISMO – Os riscos são grandes para a saúde de quem não sabe se controlar Uso, abuso ou dependência?Quando se fala dos problemas relacionados com o álcool é
importante distinguir os termos uso, abuso e dependência. A palavra
uso refere-se a qualquer ingestão de álcool. A OMS (Organização
Mundial de Saúde) usa o termo baixo risco de uso de álcool
para se referir à ingestão de álcool dentro dos parâmetros
médicos e legais, que geralmente não resulta em problemas
relacionados à bebida. O abuso de álcool é um termo
geral para qualquer nível de risco, desde a ingestão aumentada
até a dependência do álcool. O abuso de álcool
pode produzir danos físicos ou mentais à saúde, mesmo
na ausência de dependência.
Assim como a identificação da condição de uso prejudicial ou dependência, é igualmente importante a compreensão do padrão de uso do álcool que produz riscos. Algumas pessoas podem ingerir a quantidade de álcool recomendada, mas em ocasiões particulares bebem em excesso. Tal ingestão pode alcançar o ponto de intoxicação de forma aguda e levar ao risco de lesões, violência e perda do controle, afetando outros e a si mesmos. Outras pessoas podem beber excessivamente de forma regular e, tendo estabelecido uma tolerância aumentada para o álcool, podem não apresentar um grande aumento nos níveis de álcool no sangue. Porém, o consumo excessivo crônico apresenta riscos a longo prazo, como lesões no fígado, certos cânceres e distúrbios mentais. CONSEQUÊNCIAS * Agressividade, irritação, violência, depressão
e nervosismo; BOXX É recomendado não ingerir mais de dois drinques por dia,
e até menos, caso haja uma tendência a sentir os efeitos
do álcool com um ou dois drinques. Um drinque padrão equivale
a aproximadamente uma latinha de cerveja (330 ml a 5%), uma dose de whisky,
gin ou vodka (40 ml a 40%), uma taça de vinho (140 ml a 12%) ou
uma pequena taça de licor ou aperitivo (70 ml a 25%). Para minimizar
o risco de desenvolver dependência, deve-se sempre evitar ingerir
bebida alcoólica pelo menos dois dias na semana, mesmo que em pequenas
quantidades. Recomenda-se também evitar a intoxicação
aguda, que pode resultar de apenas dois ou três drinques em uma
única ocasião.
Grandes doses de vitamina D podem reduzir o risco de câncer, afirmam
cientistas que conduziram um estudo com 1,1 mil mulheres com 55 anos ou
mais, na área rural de Nebraska, nos Estados Unidos. Mulheres que
tomaram cálcio e doses de vitamina D acima dos valores recomendados
pelo governo norte-americano para pessoas de meia-idade apresentaram ocorrência
de câncer 60% menor, segundo o estudo. Do grupo estudado, 50 mulheres
tiveram câncer.
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