Terça-feira, 11 de novembro de 2008 Classificados | Assinatura | Impressão
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SÃO DOMINGOS
Grupo esteve no acampamento para negociar retirada de madeira

Polícia e MP tentam acordo
entre sem-terra e fazendeiro 

Os integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) acampados na Fazenda São Domingos, no complexo Cajati, em Cascavel, e o proprietário da área tentam fechar um acordo para a retirada de madeira do local. A negociação é intermediada pela Polícia Militar e pelo Ministério Público.
Desde que a área foi invadida, em abril deste ano, as partes não conseguem um entendimento sobre o corte das árvores. A fazenda é uma área de reflorestamento e o proprietário possui autorização do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais) para a retirada de algumas espécies. 
“Desde que a área foi invadida meu cliente não conseguiu ter acesso à área. Neste período a retirada de madeira foi feita apenas em áreas vizinhas”, diz Tadeu Karasek Junior, advogado do proprietário da área, Orlando Carneiro.
Depois de muitas reuniões para tentar chegar a um acordo, na tarde de ontem um grupo negociador foi até a fazenda ouvir a proposta apresentada pelos acampados. A reportagem do Hoje acompanhou com exclusividade a negociação feita pelo coronel Celso Luiz Borges, comandante do 6º BPM (Batalhão de Polícia Militar), pelo major Wellington Alves da Rosa, subcomandante do 6º BPM, pelo capitão Rovane Luiz Venturin, oficial de operação e planejamento da PM, pelo promotor público Carlos Alberto Choinski, um representante do proprietário da área e outro da empresa que fará o corte das árvores.
A proposta apresentada pelos sem-terra é de que o corte seja feito apenas fora da área do acampamento. “Eles podem cortar do rio para cima, não dentro do acampamento, que é uma área de aproximadamente 20 hectares”, diz Reginaldo Roani, bacharel em Direito.
Os sem-terra também pediram para que as árvores sejam retiradas por completo. Uma equipe da Polícia Militar acompanharia o serviço.
Edio Martens, coordenador do acampamento, afirma que eles procuraram as autoridades para que houvesse entendimento sobre a retirada da madeira. “Nós fomos até o Ministério Público, pois achamos que estavam ocorrendo abusos aqui”.
Segundo o advogado do proprietário da fazenda, a proposta será analisada. “Ainda não tem nada definitivo, vamos analisar a proposta”.
O acordo não inclui uma área de pínus que fica dentro do acampamento. Também não foi decidido se o proprietário poderá plantar na fazenda novamente. 
 

Processo judicial

Enquanto as partes tentam um acordo sobre a retirada de madeira da área, a briga na Justiça estadual quanto à desocupação prossegue. Ontem o advogado dos sem-terra acampados na Fazenda São Domingos protocolou um recurso da decisão do juiz Rosaldo Elias Pacagnan, da 3ª Vara Cível. 
Na sentença, o juiz confirmou a ordem de reintegração de posse já proferida, inclusive na hipótese de o acampamento se ampliar ou mudar dentro do mesmo imóvel. Também é requisitada força policial.
O juiz ressalta que o não cumprimento da reintegração será um descumprimento de sentença e não de liminar, o que seria um motivo para intervenção federal no Estado.
Segundo Tadeu Karasek Junior, advogado do proprietário, isso representa até uma ação do Exército para o cumprimento da ordem. “O Poder Judiciário poderá intervir no Poder Executivo, governo do Estado. Quem cumpriria a ordem seria o Exército”.

 

SAS
Com um concorrente, licitação é julgada fracassada

A licitação para contratação de um estabelecimento de saúde para fazer o atendimento do SAS (Serviço de Atendimento à Saúde) dos servidores estaduais foi fracassada. O processo foi realizado na tarde de ontem em Cascavel.
Apenas uma instituição participou da concorrência. O IPV (Instituto de Proteção à Vida), mantenedor do Hospital e Maternidade Santa Catarina, foi o único concorrente, mas não foi homologado como vencedor por problemas na documentação. “Faltou a CND [Certidão Negativa de Débitos com o INSS]”, explicou José Apolini, pregoeiro da Seap (Secretaria de Estado da Administração e da Previdência).
O preço inicial apresentado pelo IPV foi o valor cheio do edital, R$ 19 por usuário, mas durante a negociação a proposta baixou para R$ 17. Preço menor do que o pago hoje pelo Estado, que é de R$ 17,80.
Ao contrário do que normalmente ocorre, a licitação foi realizada em Cascavel para acelerar o processo. “Realizar o processo no interior não é comum, mas fizemos isso para agilizar o processo”, explica o pregoeiro. Caso a licitação tivesse um vencedor, a vistoria obrigatória seria realizada ainda ontem, o que aceleraria os trâmites burocráticos.
O Estado tem pressa em definir um novo prestador do serviço já que o atual anunciou que não faria mais o atendimento, que era realizado sem contrato formal desde fevereiro. O atendimento será somente até o dia 30 deste mês.
Representantes de algumas categorias acompanharam a licitação. Segundo Valci Maria Mattos, presidente da APP-Sindicato, os servidores esperam uma decisão o mais rápido possível. “Esperamos que nos próximos dias ocorra alguma decisão. O prazo vence no fim do mês e não podemos ficar sem atendimento”.
Agora o processo vai para análise e somente o governador poderá autorizar um novo processo. “Vamos encaminhar para o departamento jurídico da secretaria, que envia para o governador, que autoriza uma nova licitação”, diz José Apolini.
Não se pode prever um prazo para que o novo processo seja publicado, mas a contratação do serviço é prioridade para o governo.
O Hospital Nossa Senhora da Salete também participaria da concorrência, mas seus representantes chegaram atrasados e não puderam apresentar a proposta.


Responsabilidades
Ontem foi dia de explicações quanto à morte de Matilde de Albuquerque Silva Oliveira, 51 anos, ocorrida domingo de manhã no PAC I (Posto de Atendimento Continuado). Ela ficou cinco dias à espera de internamento hospitalar. No atestado de óbito de Matilde, a causa morte consta como falta de assistência médica.
Ontem à tarde Diego Alejandro Franzoline, diretor-clínico do PAC I, concedeu uma entrevista coletiva e afirmou que a paciente recebeu todos os cuidados possíveis no PAC.
Segundo a 10ª Regional de Saúde, a paciente não foi indicada como caso de urgência e estava na fila para um leito eletivo.

 

PDE
Falta de investimento e qualificação compromete a educação

Cascavel está sendo sede de um evento nacional. O PDE (Plano e Programa de Desenvolvimento Educacional), do governo federal e do Estado do Paraná, está sendo discutido por mais de 850 professores e alunos da rede pública na Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná). Ontem foram realizadas conferências e apresentados diversos trabalhos científicos.
Para o coordenador do evento, professor Paulino Orso, somente trabalhos como esse não melhoram a qualidade na educação do brasileiro, que está comprometida principalmente por falta de investimentos. “O governo não investe na qualificação do professor, eventos como o que estamos realizando são importantes, no entanto, deve-se ter um conjunto de ações para melhorar a qualidade. Hoje apenas 4,5% do PIB [Produto Interno Bruto] é investido em educação, e isso tem que ser aumentado”.
Segundo o coordenador, programas sociais nas escolas também deveriam receber mais investimentos. “Precisamos de investimentos em diversas áreas, nossos alunos precisam de incentivo e isso deve vir do professor e da própria escola. Se ele [o professor] está desmotivado, como motivará os alunos?”.
No encontro, políticas para melhorar a qualidade dos professores também estão são debatidas e apresentados subsídios teóricos e metodológicos para a prática dos planos em sala de aula. Diversos palestrantes de renome nacional estarão em Cascavel, entre eles a professora Yvelise Freiras Arco-Verde, secretária da Educação do Paraná, que deverá ministrar uma palestra amanhã à noite.  

 

REDE MUNICIPAL
Com tranqüilidade, começa
o período de matrículas

Teve início ontem nas 61 escolas municipais de Cascavel o período de matrículas para os mais de 23 mil alunos da rede na cidade. As matrículas que estão sendo realizadas são apenas para alunos que já estão nas escolas. Aqueles que desejarem ingressar na rede terão a oportunidade de fazer as matrículas apenas a partir do dia 24 deste mês.
Na escola Rubens Lopes, no Bairro Neva, o primeiro dia foi tranqüilo, apesar de uma fila ainda no início da manhã, mas, segundo a diretora, Inês Fernandes Neves Soares, não faltarão vagas. “Atendemos uma média de 450 alunos, nosso único problema é na questão do período, já que todos querem que os filhos estudem à tarde e não temos estrutura para isso”.
Este ano cerca de 800 alunos terminam a 4ª série e deixam a rede municipal partindo para a estadual, abrindo vagas para novos alunos ingressarem. O que, segundo o secretário de Educação, Elemar Muller, ajudará para que não faltem vagas nas escolas.
Para os alunos que vão iniciar o 1º ano do Ensino Fundamental de nove anos o período de matrículas é de 24 a 27 de novembro. Segundo o secretário, poderão faltar vagas para a educação infantil, cujas matrículas iniciam-se no próximo mês. “No ensino infantil é certeza que não teremos vagas para todas as crianças, mas já estamos nos organizando para que os pais não tenham que ficar na fila”.

Documentação
Para realizar a matrícula é necessário apresentar o documento original e uma cópia da certidão de nascimento, uma conta de luz - como comprovante de residência -, uma vez que a matrícula poderá ser realizada apenas pelos responsáveis da criança. Em caso de transferência, os documentos apresentados são os mesmos, mais a declaração de transferência.  Mais informações pelo telefone: (45) 3321-2245

 

EMPERRADA
Há mais de dez dias que a construção foi interrompida

Sem tijolos, empreiteira
pára creche do Morumbi

A obra de uma das creches de Cascavel com entrega prometida para o fim do ano está parada. O Cmei (Centro Municipal de Educação Infantil) do Bairro Morumbi, uma das mais caras da lista, está pela metade. Segundo o presidente da Associação de Moradores do Bairro Morumbi, Juarez Xavier da Silva, há cerca dez dias os materiais de construção foram tirados da obra e antes disso as pessoas pagas para construir a creche já estavam de braços cruzados. A informação é de que faltam tijolos.
A paralisação também é confirmada pela Secretaria de Serviços e Obras Públicas. “Sabemos que o prazo está terminando e tudo está parado. Não tem ninguém trabalhando e as argamassas foram tiradas de lá”, descreve Juarez.
De acordo com Juarez, no Cmei que já funciona no bairro crianças estão na fila por uma vaga. “Tem muita criança na fila de espera e as mães querem trabalhar. Quando teve início a obra criou-se uma expectativa no povo que espera pela creche”.
A creche do Bairro Morumbi está sendo construída pela Turri Construções Ltda, de São Miguel do Iguaçu. A empresa também é responsável por obras nos Bairros Cascavel Velho, Canadá e Brasília. Pela entrega das quatro creches, a Turri receberá R$ 1.710.109,24. Cada obra custa, em média, R$ 430 mil.
Esses e outros quatro Cmeis que estão em construção são financiados pelo Paraná Cidade.
SEM MATERIAL
O responsável-técnico da Turri Construções, Guido Jacó Steffen, disse que está com a dificuldade em conseguir os tijolos exigidos para o prédio. “Temos o problema da falta do tijolo ecológico, que vem de Curitiba. A fornecedora está com problema de produção e não podemos trocar”, explica.
Ele conta que a última remessa de tijolos entregue acabou e a previsão era de que ontem a fornecedora traria mais produto. “O material sempre vem com atraso, mas vamos retomar assim que o tijolo chegar”.
Quanto à retirada do restante dos materiais, Steffen se resumiu em dizer que não tem conhecimento do ocorrido.

Empresa é notificada

Na tarde de ontem uma equipe de fiscais da Secretaria de Obras esteve na futura creche do Bairro Morumbi e confirmou a interrupção dos trabalhos nas informações do diário da obra. “De fato, a obra está parada. Segundo o diário das obras, eles estão com falta de material”, disse o engenheiro civil Sylvio Torres, da Secretaria de Obras.
De acordo com ele, a empresa foi notificada e tem até amanhã para se explicar. “Notificamos a empresa para que ela se pronuncie sobre o que está ocorrendo dentro de dois dias. Caso isso não ocorra, vamos utilizar os mecanismos previstos no contrato”.
Sylvio acrescenta que o acordo prevê multa contratual para a empreiteira.

 

BELEZA
Rua ganha graciosidade com toque sutil de plantas

Professora planta
flores em terreno

Mãos que há décadas ajudaram na alfabetização de milhares crianças, repassando pelas palavras manuscritas em quadros de giz a história dos livros e contas, agora se dedicam ao cultivo de flores. Desde que se aposentou, a professora Verônica Duarte Elias, 68 anos, resolveu morar em Cascavel. Ela veio de Vera Cruz do Oeste.
Ao lado da casa construída há dez anos com muito esforço, um terreno abandonado que fica na Rua Pedro Miranda, no Bairro Coqueiral, transformou-se em um jardim florido, embelezando o cotidiano de quem passa pelo caminho. O alaranjado e o amarelo predominam.
Quase que todos os dias a professora está no lote, capinando com uma velha enxada o mato que insiste em aparecer. O esforço traz satisfação à mulher que agora cuida de plantas. “Aqui tinha muito mato e estava abandonado. Então resolvi semear algumas flores. É uma verdadeira terapia. Faço esforço físico e passo meu tempo, além disso, fica muito bonito”.
A beleza das flores orna com a tranqüilidade da Rua Pedro Miranda. São poucos os estabelecimentos comerciais.

 

ISOLADOS
Ponto de ônibus a dois quilômetros

Levantar uma hora mais cedo da cama já virou rotina para o zelador Cícero Roque da Silva. Se quiser chegar na hora certa ao trabalho ele precisa antecipar os afazeres. Isso porque o ônibus de transporte público mais próximo passa a pelo menos dois quilômetros da rua onde mora, a Otelo Celestino de Castilho. “Todos trabalham fora. Poucos têm carro e precisam do lotação. Não tem outro jeito a não ser caminhar. Tem que sair uma hora mais cedo para chegar a tempo no trabalho”.
A distância das linhas de ônibus já rendeu reclamação dos moradores e um abaixo-assinado. Foram recolhidas 400 assinaturas de pessoas que utilizam o serviço e pedem que um microônibus passe até a Rua Elvira Saraiva. “Dois ônibus passam quase que simultaneamente. Um cheio e o outro praticamente vazio, já que a maioria dos passageiros embarcou na primeira linha”.
A região parece um canteiro de obras. São casas e sobrados de moradores que decidiram se mudar para um local mais tranqüilo da cidade, em franco desenvolvimento. Ainda estão disponíveis muitos lotes.
A Rua Otelo Celestino de Castilho é cercada por três grandes condomínios e fica em uma das regiões de maior desenvolvimento da cidade. Conforme as casas ficam prontas os preços de lotes se valorizam. Cícero veio de São Paulo. Sua família mora em Cascavel há 30 anos. Tinha comprado o lote por R$ 20 mil. Agora o local onde construiu a casa vale mais de R$ 130 mil.

PERSONAGEM
“Tem que sair uma hora mais cedo”
Cícero Roque da Silva, zelador

 

 

NEGLIGÊNCIA
Apesar do desenvolvimento, problemas persistem

A Rua Elvira Saraiva é a última do Bairro Coqueiral. De um lado estão casas luxuosas que surgiram recentemente. Do outro, um matagal que termina no Córrego Bezerra. Do local é possível avistar as instalações da FAG (Faculdade Assis Gurgacz) e os prédios ao redor.
São poucos os habitantes que chegaram à rua. Os lotes abandonados são usados para desembocar restos de materiais de construção. Ações que podem causar desequilíbrio ambiental e afetar a natureza.
O asfalto da Rua Luciano Correia de Siqueira é a principal reclamação dos moradores. Os buracos aumentam com as freqüentes chuvas. Quem investiu na construção das casas em frente ao asfalto se revolta com o abandono. “Vim morar aqui há dois anos. Desde então o asfalto tem piorado. Alguém tem que recuperar a rua. Mesmo com esse problema gosto de morar aqui. A convivência com os vizinhos é boa e não tem roubos”, frisa Venceslau Pires de Souza, aposentado, 87 anos.

 

O que você acha da sua rua?

“Nunca tivemos problemas por aqui na Rua Otelo Castilho. É tudo tranqüilo. A única coisa que falta é vizinho mesmo, mas tem bastante gente construindo, então logo estará resolvido”.
Matheus Baroni, estudante

 

“Moro aqui, na Rua Pedro Miranda, há 15 anos, e o mato nos acompanha sempre. Precisamos de um semáforo na esquina com a Avenida Brasil. A lombada que colocaram não adiantou muito”.
Eliane Lopes, comerciante

“Aqui, na Rua Luciano Correia de Siqueira, o asfalto é muito ruim, e não temos lazer também. Os políticos só aparecem por aqui em época de campanha, depois ficamos abandonados”.
Cilon Zeneti Cruz, aposentado

   

HISTÓRIA
Famílias tradicionais
recebem homenagem

As pessoas homenageadas nas quatro ruas da semana são de famílias tradicionais ou tiveram profissões que fizeram delas pessoas importantes em Cascavel.
Como Luciano Correia de Siqueira. Ele foi o primeiro fotógrafo da cidade e seu ofício lhe deu popularidade. Ele também ficou conhecido por ser pai de um jogador famoso de Cascavel, o Sabiá, que jogou pelo Tuiuti Esporte Clube e faleceu jovem, vítima de um acidente de carro. Segundo o historiador Alceu Sperança, a família de Siqueira ainda vive em Cascavel, em vários bairros da cidade.
Elvira Saraiva pertence à família Saraiva, antiga dona do terreno onde hoje fica a Praça Wilson Joffre, no Centro.
Otelo Celestino de Castilho foi um advogado de uma família tradicional da cidade. “Muitas ruas foram batizadas com nomes de pessoas de famílias tradicionais e que não necessariamente tenham feito algo de tão importante para a cidade”, afirma Sperança.
A Rua Pedro Miranda, assim como outras três, recebeu esse nome também em 1975, por meio do Decreto de Aprovação 6.611. A reportagem não conseguiu identificar familiares e amigos do homenageado para expor sua história.

 

Nome         Elvira Saraiva
Documento de Aprovação       Protocolo 6.611
Ano   1975
Comprimento        129,7 metros, sendo 92 metros sem asfalto
Largura       Sete metros em toda a extensão
Início Rua Paraná, no Bairro Coqueiral
Término      Pouco depois da Rua Pernambuco, no Bairro Coqueiral

ESTABELECIMENTOS                  QUANTIDADE
Não há estabelecimentos comerciais

 

Nome         Luciano Correia de Siqueira
Documento de Aprovação       6.611
Ano   1975 
Comprimento        766,40 metros
Largura       Sete metros em toda a extensão
Início Rua das Palmeiras, no Bairro Coqueiral
Término      Rua Fortaleza, no Bairro Parque Verde

ESTABELECIMENTOS                  QUANTIDADE
Não há estabelecimentos comerciais

 

Nome         Otelo Celestino de Castilho
Documento de Aprovação       6.611
Ano   1975
Comprimento        859 metros
Largura       Sete metros em toda a extensão
Início Rua das Palmeiras, no Bairro Coqueiral
Término      Rua Ilha de Paquetá, no Bairro Parque Verde

ESTABELECIMENTOS                  QUANTIDADE
Não há estabelecimentos comerciais

 

Nome         Pedro Miranda
Documento de Aprovação       6.611
Ano   1975
Comprimento        870,30 metros
Largura       Sete metros em toda a extensão
Início Rua das Palmeiras, no Bairro Coqueiral
Término      Rua Dom Avelar Vilella, no Bairro Parque Verde

ESTABELECIMENTOS                  QUANTIDADE
Não há estabelecimentos comerciais

 

Percurso
As quatro ruas têm um percurso pequeno e a maior parte fica no Bairro Coqueiral. A menor em extensão é a Rua Elvira Saraira, que ocupa apenas duas quadras do bairro. As Ruas Luciano Correia de Siqueira, Otelo Celestino de Castilho e Pedro Miranda têm quase o mesmo tamanho. Ambas atravessam o Bairro Coqueiral e terminam no Bairro Parque Verde.

 

EXPOVEL
Palestras estão esclarecendo dúvidas de produtores da região

Cerca de 100 mil pessoas
já passaram pelo parque

Com o tema principal Semeando Saúde, Colhendo Qualidade de Vida, as palestras que estão sendo desenvolvidas na 29ª Expovel trazem muitas informações para os visitantes da feira, no Parque de Exposições Celso Garcia Cid, em Cascavel.
Desde sábado estão sendo desenvolvidas palestras técnicas focadas em medidas de sanidade, setores de criação animal, leiteiro e temas ligados à agrobiodiversidade. Cerca de 100 mil pessoas já passaram pela feira e puderam conferir palestras, um parque de diversões com diversos atrativos, o salão do automóvel além do pavilhão do gado de corte.
A coordenação já comemora os resultados. “A população atendeu o nosso pedido e está comparecendo na feira. Já estamos com as expectativas superadas e com certeza muita gente ainda virá conferir a feira”, afirmou, entusiasmando, o presidente da SRO (Sociedade Rural do Oeste do Paraná), Alessandro Meneghel.
Para o deputado federal Alfredo Kaefer (PSDB-PR), o tema desta edição é “oportuno e producente”. “Estivemos em duas oportunidades com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, tratando diretamente da questão sanitária. Desde os primeiros meses de 2007 apresentamos proposições que garantam ao mercado da produção de grãos, sobretudo o setor animal, programas de qualidade e segurança agroalimentar”, destaca Kaefer.
O parlamentar ainda ressaltou que o País só enfrenta barreiras comerciais por não dar devida atenção à questão. “Essas barreiras acabam se tornando um limitador à geração de empregos e volumes maiores nos índices de exportação. Mais ainda, precisamos de ânimo [investimentos] no setor produtivo, que é o esteio da economia do País”.
A 29ª Expovel é a terceira maior feira do Sul do País e segue até domingo, com a expectativa de 300 mil visitantes.

 

Agenda de hoje

14h30 - Palestra: Gestão Ambiental e Crédito de Carbono
Local: Sala de reunião da SRO

17h30 - Palestra: Inovação aplicada aos processos de negócio do agrobusiness
Local: Sala de reunião da Sociedade Rural do Oeste

20h - Rodeio profissional em touros e cavalos, modalidade Cutiano
Local: Arena

20h - Leilão de Eqüinos e Muares
Local: Pavilhão de Leilões 

 


Reunião da Acic

Diretores e empresários da Acic (Associação Comercial e Industrial de Cascavel) terão a oportunidade de conhecer mais sobre a atualidade do agronegócio brasileiro e mundial durante palestra agendada para quinta-feira, no Espaço Empresarial Geny Lago, no Parque de Exposições de Cascavel. A promoção é da vice-presidência para Assuntos do Agronegócio e o palestrante será o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.
O evento está agendado para as 18h30 e é aberto a todos os interessados. A discussão sobre assuntos do setor primário já é uma tradição da Acic durante a Expovel, uma das maiores feiras agropecuárias do Sul do País. Na mesma ocasião, o jornalista Jairo Eduardo abrirá exposição itinerante da revista “Aldeia”. Informações adicionais com Rosana Lovo pelo telefone 3321-1432.

 


EXPOVEL SOLIDÁRIA
Centenas de estudantes visitam a feira

Na programação da Expovel Solidária, que segue até domingo, milhares de estudantes devem passar pelo Parque de Exposições Celso Garcia Cid. Ontem alunos de seis escolas públicas de Cascavel puderam conhecer os atrativos dos setores animal, tecnológico, entretenimento e gastronomia.
De acordo com Joelma Meneghel, coordenadora da ação, o objetivo é oportunizar a participação de crianças e adolescentes das escolas públicas, sobretudo dos bairros mais pobres de Cascavel. “Talvez muitas famílias não tenham essa oportunidade e a Expovel é da cidade, nossa região, então precisamos promover ações de integração e de alcance social. Aqui as crianças encontram informações novas, curiosidades que farão parte da formação cultural de todos”, explica Joelma.
 

ARENA
Boiadas de alta qualidade prometem show na arena

Ontem os peões já tomaram conta da arena na 29ª Expovel. O rodeio qualifying com montarias em touros contou com a participação de 30 peões dos quais dois participarão das montarias profissionais que começam às 20h de hoje. Ontem ocorreram as montarias em touros e cavalos, na modalidade Cutiano uma das mais disputadas em grandes eventos.
Segundo um dos organizadores do rodeio, Elsio Rossi, as boiadas prometem fazer a disputa ficar ainda mais acirrada. “Temos duas boiadas fortes, o que promete, além de dar um show à parte, fazer com que a disputa fique ainda mais acirrada entre os cowboys”.
Outra atração para as noites de rodeio é um cowboy que monta no touro com os olhos vedados e ainda toca violão, as apresentações ocorrem todas as noites.
O rodeio atrai não só o público como os peões de diversos pontos do País. Neste ano, a premiação chega aos R$ 15 mil para os primeiros colocados. Quinta-feira também será realizado o rodeio profissional de touros e cavalos. A grande final está programada para domingo. A entrada na arena nos dias de rodeio é gratuita.
A grande atração de hoje fica por conta de Jota Quest que promete balançar o público presente, os ingressos custam R$ 15.

 

 

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